Dentro da quadra, a emoção é outra. A final da Superliga feminina.
Crédito das imagens: Ricardo Cobra
Para quem é apaixonado por futebol, assistir a uma partida de vôlei dentro de um ginásio é uma oportunidade de assistir a outro esporte coletivo, analisando as táticas e posicionamentos de quadra completamente diferente e muito fascinante. Assistir a essa partida, dentro da quadra, a 3 metros da linha de quadra é algo tão inusitado quanto fascinante. No domingo dia 18 de abril, tive a oportunidade de assistir uma partida de vôlei de primeira qualidade e justamente desse lugar inusitado – a tribuna de imprensa. O jogo era simplesmente a final da Superliga feminina de vôlei entre Rio de Janeiro / Unilever Vôlei e Osasco Sollys.
Com todas as titulares da seleção brasileira em quadra o jogo foi, sem dúvida alguma, a melhor partida de vôlei que eu já tive a oportunidade de acompanhar. Ah sim, eu estava na tribuna de imprensa acompanhando a partida via twitter por uma das equipes.
Estando dentro da quadra, tudo que acontece tem uma dimensão muito maior do que a televisão ou até mesmo a arquibancada, uma vez que ao seu lado senta-se um repórter de rádio que narra ponto a ponto a partida, tal qual aquele locutor que ouvimos as partidas de futebol ou então, quando um dos times entra na quadra, pelo vão de placas publicitárias ao seu lado e você visualiza Fabis, Natálias, Carol Gattaz, Bernardinhos há 2 ou 3 passos de você.
O local onde eu escolhi sentar, foi justamente o lado do campo escolhido pela equipe da Unilever para o aquecimento e confesso que acompanhar o processo já me deixou cansado hehee. Enfim, foi o lado onde o time carioca começou a disputa do primeiro set -ouvir o hino nacional dentro da quadra é mais emocionante que na arquibancada – e o que pude ver foi uma partida repleta de garra, força e vontade de vencer. De um lado a equipe hexa-campeão brasileira , de outro a equipe 4 vezes seguidas vice-campeã – jogando a vida contra seu algoz. Resultado – primeiro set vitória de Osasco. Quando estamos na arquibancada, é muito fácil entender o que acontece em quadra, seu campo de visão é maior, porém assistir ao jogo em tamanho natural me faz querer nunca mais ter uma campo de visão amplo e entender os pedidos de tempo ou as substituições eram tarefas bastante custosas para um desacostumado como eu. Nos segundo e terceiro sets, o time carioca foi imbatível e houve uma virada no placar. A equipe do Sollys voltou muito acordada para o quarto set e a equipe da Unilever alternou momentos de sua costumeira genialidade contra momentos de desligamento e o empate voltou ao placar em 2 sets a 2 – partida para Tie Break.
Tie break iniciado vimos uma grande alteração nas equipes, ora com Rio de Janeiro pontuando bastante, ora com Osasco recuperando e assumindo a ponta no marcador, até que disparou e finalmente tornou-se campeã da Superliga Feminina de Vôlei, na quinta final consecutiva entre as equipes.
Foi nesse momento que o fato de estar na quadra tornou-se outro momento único – a premiação – ocorreria alí, alguns minutos depois e um exército de montadores surgiu em nossa frente, desmontando quadra de volei e montando o pódio. Além disso, estrelas dos esportes surgiram na quadra. Tande, Maurício, Murillo, Maurren Maggi, Fabiana Murrer e Ronaldo estavam no Ginásio e participariam da premiação e eu, fã do esporte, no centro de tudo isso.
Publicado em 3 maio , 2010 por Luiz Ricardo Cobra
TV Leva na Esportiva: Giovane Gávio
Giovane é Bicampeão Olímpico pela seleção brasleira de volei (Atenas 2004 e Barcelona 1992) tem 20 anos de uma carreira vencedora. Como técnico já conquistou o Campeonato Catarinense e é o atual Campeão Paulista.
Veja como o ídolo começou a jogar, a influência de sua irmã e o decorrer de sua carreira até virar o grande vencedor que é hoje. Se você é fã de volei, não pode perder essa entrevista exclusiva.
Como podem ver, Giovane autografou uma bola exclusivamente para o Leva na Esportiva, e vamos fazer um concurso cultural para levar essa bola para casa.
Giovane comenta sobre a bola inteligente da Penalty, nos esportes em geral, o que você acha que deveria ser inventado para garantir que o esporte seja mais correto? A resposta mais criativa e inovadora, irá levar a bola autografada pelo bicampeão e ídolo do volei mundial.
Promoção válida até dia 29/01/2010.
Ganhadora:
Carol Terra
“Acredito que a tecnologia deve ser uma arma difusora e arregimentadora de adeptos para o esporte brasileiro. As redes sociais devem ser usadas para levar informações, promover debates, incentivar públicos.”
Parabéns pela criatividade e continue acompanhando o blog!
A todos que participaram agradecemos e parabéns pela criatividade, pois todos os comentários estavam ótimos!
Abraços
Equipe Leva na Esportiva
Publicado em 14 janeiro , 2010 por Leva na Esportiva
Jogando vôlei com os pés

Um dos fatores de sucesso para alguns esportes é a beleza plástica. O corpo das ginastas nos movimentos de solo, o salto do atleta e o arco da bola de basquete em uma cesta de três pontos, a leveza que os patinadores conseguem aplicar nos movimentos em um esporte de contato que pode ser bastante violento, porém para quem gosta de futebol, nenhum esporte se compara à beleza plástica do futevôlei.
Um dos muitos esportes genuinamente brasileiro pode ser considerado uma junção do talento com a criatividade que costumam atribuir ao nosso povo. O ano era 1965 e existia uma lei no Rio de Janeiro que impedia a disputa de partidas de futebol na praia.
Porém as partidas de vôlei eram permitidas em algumas arenas montadas nas praias e em Copacabana, Octávio de Morais – o Tatá – resolveu utilizar uma das quadras de vôlei para burlar a lei e começou a jogar com os pés através da rede. Mal sabia ele que esse seu gesto criaria um esporte bastante difundido no mundo e o preferido de 10 entre 10 boleiros em suas férias.
Inicialmente o futevôlei era jogado com cinco jogadores de cada lado, mas provavelmente ficava “apertado”. Assumiu-se então as duplas como equipe e nas tentativas e erros, as regras iam surgindo, sempre mesclando os esportes de origem.
No Brasil, a popularização veio de forma gradativa pelas praias do país, já que o material necessário era o básico, uma rede e uma bola, porém no final da década de 1980 houve uma divulgação e popularização em todo o mundo. Atletas profissionais tiveram um papel essencial para isso, participando de torneios e exibições em várias praias do mundo.
As partidas são disputadas em melhor de três sets, em sistema de tié break, onde são disputados 15 pontos. A quadra, de areia, deve ter 18m X 9m. Já a rede, deve ter uma altura de 2,20m.
Os profissionais
Com a popularização do esporte e sua divulgação, jogadores e ex-jogadores como Romário, Edmundo, Cláudio Adão, Renato Gaúcho, entre outros não perdem uma chance de jogar umas partidas nos points cariocas do Futevôlei. Podemos destacar a Rua. Bolívar, considerada o berço do esporte em Copacabana, o Leme, onde foram disputadas as primeiras competições e na Barra o Viajandão, famoso por ser o local onde Romário costuma dar seus toques.
A grande característica do futevôlei é a o controle da bola. A habilidade de cada um dos atletas de uma dupla em colocar a bola no ponto, preparando a próxima jogada, faz esse esporte um misto de futebol e malabarismo, que poderá ser visto nos dias 31 de outubro e 01º de novembro na 4ª. Etapa do Circuito Brasileiro 2009, em Natal, capital do RN. No site da Confederação Brasileira de Futevôlei podemos encontrar maiores informações sobre o evento.
Publicado em 1 outubro , 2009 por Luiz Ricardo Cobra
Você sabe as diferenças entre os torneios de vôlei?

Imagens – Foto e arte de Ricardo Cobra
Desde 1992 o Brasil passou a cultivar uma paixão por um segundo esporte. Os meninos do Vôlei, comandados pelo técnico José Roberto Guimarães iniciaram uma jornada vitoriosa que culminou com a medalha de ouro nas olimpíadas de Barcelona e enfim, o país do futebol se rendera ao vôlei.
Essa nova paixão trouxe também uma série de novos torneios anuais e que acabam confundindo essa nação que estava acostumada com as partidas quadrienais da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. Liga Mundial, Grand Prix, Campeonato mundial e Copa do Mundo, passaram a ser nomes constantemente ouvidos e falados, mas nem sempre compreendidos pelos torcedores.
Tanto no masculino, como no feminino, temos três grandes competições. O Campeonato Mundial – competição mais antiga do vôlei – e a Copa do mundo são disputados a cada quatro anos e temos os torneios anuais Liga Mundial na modalidade Masculina e o Grand Prix na feminina.
A Copa do Mundo tem atualmente um objetivo bem específico e é disputado um ano antes os jogos olímpicos e facilita a jornada das três equipes classificadas, pois elimina a necessidade de disputar as classificatórias continentais (chamadas de pré-olímpico). A Copa do Mundo é sempre disputada no Japão e conta com o país sede, os nove melhores no Ranking da FIVB e mais duas equipes convidadas.
A outra competição quadrienal é o campeonato mundial. Essa é a grande competição organizada pela FIVB e surgiu para alternar com os jogos olímpicos e garantir ao vôlei o status de competição de primeiro nível. Assim como o próprio esporte, o Campeonato Mundial está sempre em constante evolução e alteração do formato de disputa. Atualmente a competição é disputada por 24 equipes em cada modalidade.
Com o crescimento do interesse do público, foram criadas mais duas competições distintas para cada uma das modalidades: A Liga Mundial e o Grand Prix.
A Liga mundial surgiu para popularizar ainda mais o vôlei e a competição mais longa, passando por todos os países participantes durante a fase classificatória, em disputa entre chaves com dois jogos de ida e dois jogos de volta. Os melhores classificados vão para as fases finais, que ocorrem em sede rotativa. Já o Grand Prix foi criado três anos depois da Liga, para ser a versão feminina da competição. O curioso do Grand Prix é a grande audiência conseguida nos países asiáticos, que fez com que algumas regras fossem bastante adaptadas para atender a esses interesses comerciais. Existe uma rotação nas cidades-sede e essas cidades não necessariamente pertencem a um dos países participantes. O Infográfico abaixo mostra um resumo das principais características desses torneios.
Ficaram dúvidas sobre os formatos da competição? Pergunte-nos através dos comentários.
Publicado em 21 agosto , 2009 por Luiz Ricardo Cobra
- Que bom que gostou da nova camisa do vasco @jeanlmoraes, pode ganhar ingresso pra ver a estréia dela de perto http://migre.me/118hE
- Se quiser presentear alguém pode tentar ganhar outros aqui http://migre.me/118hE RT @leonardogomez Ingresso para Vasco e Flamengo na mao!!!!
- RT @viniciusmateusl: parabens ao clube e a Penalty pela nova camisa do Vasco. Que ela dê sorte ao time contra o Flamengo domingo! valeu!













