Jeff Paiva um caso de amor com o Atlético-MG
Sabe quando você já ouviu falar muito de alguém que parece que você já o conhece? Pois é, até fevereiro de 2007, Jeff Paiva para mim era um grande velho amigo que eu não conhecia. Eis que então o conheci na primeira Edição de Campus Party e hoje esse torcedor do Galo Mineiro é um grande velho amigo. Então, pedi que ele conte para nós um pouco da sua experiência como torcedor do Atlético Mineiro.
Leva na Esportiva: Curitibano, criado em Belo Horizonte, morando desde sempre em São Paulo. Qual é a dessa mistura? Um Atleticano que usa camisa do Coritiba?
Jeff Paiva: Um atleticano doente por parte de pai… ele é tão atleticano que, quando morou em Salvador, torcia para o Atlético de Lagoinha, pra manter a tradição.
Lne: Qual primeiro jogo que você assistiu no estádio? Como você faz hoje em dia?
JP: Um Atle-Tiba, no antigo Caldeirão da Baixada, o estádio do Atético-PR. Assisti na primeira fileira, colado no alambrado, com meu pai contando quem era quem e dizendo que nosso Atlético de verdade era parecido, mas ao invés de vermelho e preto era preto e branco.
Lne: Um passarinho me contou que você não gosta de futebol, que você gosta é de feijão tropeiro e que o melhor do mundo é o do Mineirão, verdade que você só vai ao estádio em BH para comer um tropeiro?
JP: Verdade! Em dia de jogo do Galo no Mineirão nem almoço. Vou direto pro estádio, tipo umas 15h, pra comer o melhor rango de estádio do mundo!
Lne: Hoje você é publicitário, mas você já foi jornalista esportivo. Tênis, Copa do mundo, Basquete e o que mais você cobriu e por onde?
JP: Cobri vôlei e futsal para a Rádio Alvorada, de BH (inclusive a histórica final do Nacional de Futsal de 1999, recorde mundial de público na modalidade – e que o Galo ganhou!). Em São Paulo cobri esportes olímpicos pelo UOL, o que me levou a competições de vela, basquete, vôlei, futsal e até badminton!
Lne: E trabalhar para a FIFA (para quem não sabe, ele me deve um boné da FIFA), é especial como parece para nós pobres torcedores?
JP: É muito especial. Uma oportunidade única de conhecer o mundo do futebol em todos os seus detalhes – que vão muito mais fundo do que Copa do Mundo e Mundial interclubes. A preocupação da FIFA em levar o futebol a todos os cantos do mundo, dar oportunidade de educação e diversão a comunidades carentes é recompensador. Fora a chance de conhecer os ídolos de todos os tempos. Em uma das minhas idas para a sede da FIFA viajei ao lado do ex-técnico da Argentina, Cesar Luis Menotti. Em outra oportunidade joguei soçaite (lá eles chamam de “5 a side” – cinco de cada lado) ao lado de Franz Beckenbauer.
Lne: De 1 a 11, qual o Galo dos sonhos?
JP: Kafunga (João Leite), Nelinho, Dedê, Luizinho e Zé do Monte; Gilberto Silva, Guará e Cerezo; Dadá Maravilha, Reinaldo e Éder.
Lne: A rivalidade de antigamente entre os times das grandes capitais, se tornou hoje em dia em guerra urbana.É raro termos clássicos sem confusão aqui no Brasil. Na sua opinião, de onde vêm esse sentimento de ódio? Tendo vivido uma copa do mundo in loco, isso te preocuparia para 2014?
JP: Para 2014 não, pois a rivalidade entre seleções não tem a mesma força aqui que as rivalidades entre torcidas. Me preocupa mais o jogo político por trás das sedes e do dinheiro que vai circular – e o tráfico de influência para que se escolha o Beira-Rio e não o Olímpico, a Toca da Raposa ao invés da Cidade do Galo…
Lne: Na lata, que leva a copa da África? Porque?
JP: Brasil. Apesar do que falam – e eu mesmo tenho culpa neste cartório – o Dunga armou um time efetivo. Joga feio quando precisa, brilha quando dão chance.
Lne: Ronaldinho Gaucho ? Deve ir para a Copa? Entre os selecionáveis quem você levaria e quem você deixaria?
JP: Não levaria o R. Gaúcho no momento atual. Como reserva do Kaká acho o Diego mais efetivo. Mas levaria o Neymar, nem que seja pra entrar 10min na final. Este moleque é uma promessa muito mais concreta do que várias que vimos antes e nada melhor pra amadurecer o moleque que o ambiente da seleção em uma Copa do Mundo.
Lne: Não perguntei lá em cima, mas quais seus ídolos no futebol?
JP: João Leite, Sepp Maier, Lev Yashin e Michel Preud’Homme. Todos goleiros, com incrível visão de jogo e segurança na área.
Lne: Pratica algum esporte com frequência? Quais?
JP: Hoje em dia jogo muito menos futebol do que antigamente – apesar de, como goleiro, poder jogar sempre que chego em peladas e soçaites da vida. Tenho jogado tênis e Wii (conta?)
Lne: Você morou na Inglaterra em 2009, o que você viu de esportes por lá? Qual o esporte nacional? O que se pratica informalmente por lá?
JP: É um mundo todo à parte. o esporte nacional, ao lado do futebol – e o superando, muitas vezes – é o cricket. A rivalidade Inglaterra-Austrália é enorme e há uma disputa específica entre eles, The Ashes, que envolve o país. O Rúgbi também é imensamente popular no Reino Unido, principalmente no interior. Nos parques você vê a molecada jogando com a bola oval no verão – e muita patinação e esportes de inverno nos meses frios. Na Escócia o curling é mania nacional!
Lne: Conta como é namorar uma torcedora do time rival ? (a namorada do Jeff é Palmeirense, e o Palmeiras tem as mesmas origens do clube azul de Mínas Gerais – e o nome do time foi suprimido em respeito ao entrevistado)
JP: Na verdade nem é rival, pois apesar de terem as mesmas origens palestrinas e italianas, o Palmeiras e o Atlético-MG são clubes irmãos. Quando tem Palmeiras x Galo no Palestra as torcidas ficam juntas antes do jogo. As Smurfettes azuis têm este tipo de acordo aqui com o Corinthians, por incrível que pareça.
Lne: Você como leitor do blog e ouvinte da Rádio Leva na Esportiva, sabe qual a última pergunta que eu sempre faço, “para você, o que é Levar a vida na Esportiva” ?
JP: É ter a concentração e o foco de um profissional, mas não se esquecer de se divertir neste meio tempo, como uma criança chutando a bola no campinho atrás de casa.
Publicado em 20 abril , 2010 por Luiz Ricardo Cobra
7 fatos do tênis brasileiro
O ano de 2010 começou vitorioso para o tênis brasileiro. Tiago Fernandes, alagoano de 17 anos, venceu o Australian Open categoria juvenil em janeiro. Pupilo de Larri Passos há dois anos, Tiago já é chamado de “O futuro Guga”.
Esse fato nos lembra de que de tempos em tempos, o tênis brasileiro nos brinda com acontecimentos memoráveis e ganha espaço no coração do torcedor. A seguir listo sete fatos marcantes do tênis brasileiro:
Maria Esther Bueno, a maior tenista brasileira de todos os tempos
Maria Esther Bueno, em seus mais de vinte anos de carreira profissional, foi a maior tenista brasileira de todos os tempos – e, entre 1959 e 1966, a número um do mundo. Venceu 19 torneios de Grand Slam, sendo 8 em Wimbledon – tradicional quadra de grama, que não assustou a paulistana formada em quadra de saibro. Em 2009, Maria Esther completou 70 anos de vida e 50 anos de seu primeiro título em Londres. Veja abaixo cenas de Estherzinha.
Thomaz Koch e Luís Felipe Tavares levam seu profissionalismo aos eventos esportivos
Thomaz Koch e Luís Felipe Tavares fizeram bonito nas quadras e participaram juntos de duas das melhores campanhas do Brasil na Copa Davis (1966 e 1972). Sabendo que o esporte brasileiro necessitava de profissionalismo e que os atletas precisavam de oportunidades de crescimento, a dupla se tornou sócia de um empreendimento pioneiro, uma empresa organizadora de torneios de tênis e outros esportes. Koch e Tavares tinham visões diferentes do negócio, o que levou à saída de Koch da sociedade. Mas a empresa ainda existe e atua em marketing esportivo.
Fernando Meligeni e a semifinal em Atlanta 1996
O nosso ‘Fininho’ – apelido que ganhou em decorrência da desproporção entre seus 1,80m de altura e seus exíguos 64 kg – abriu caminho a uma tênis mania que iria ocorrer nos anos subseqüentes. Em 1996, Fininho foi campeão em Pinehurst, nos Estados Unidos, ao bater o australiano Patrick Rafter nas quartas-de-final e, na decisão, superou o sueco Mats Wilander, ex-número um do mundo e tricampeão de Roland Garros. No mesmo ano, o brasileiro alcançou o melhor resultado de um tenista do país nos Jogos Olímpicos, ao terminar na quarta colocação, perdendo a semifinal para o espanhol Sergi Bruguera e a decisão da medalha de bronze para o indiano Leander Paes. http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Meligeni
Gustavo Kuerten, número 1 do mundo
A habilidade do catarinense torcedor do Avaí no saibro era algo não só impressionante como quase imbatível. Assim, Guga conquistou três torneios de Roland Garros – etapa francesa do Grand Slam – vencendo mitos do tênis, como Pete Sampras e Andre Agassi, tornando-se número 1 em 2000. A sua trajetória vitoriosa fez com que os brasileiros definitivamente ‘acordassem’ para o tênis, escolinhas foram montadas e até hoje são muito procuradas. Problemas físicos fizeram com que Guga necessitasse de duas cirurgias no quadril, impossibilitando o atleta de manter sua posição e, por fim, o afastando das quadras.
Brasil na Copa Davis
O Brasil sempre esteve no segundo escalão de times da Copa Davis – a maior competição de equipes do tênis. Mas obteve bons resultados em 1966 e 1971 com Thomaz Koch e Edson Mandarino. Thomaz Koch é o brasileiro que mais se destacou, sendo o sétimo jogador em número de vitórias em toda a história da competição. O Brasil também chegou à primeira divisão (grupo mundial) da Davis com a equipe de 1996 integrada por Jaime Oncins, Fernando Meligeni e Gustavo Kuerten – ponto alto do país na competição, chegando à semifinal (perdeu para a Austrália), com a maior geração de talentos que o país já teve. Hoje, o Brasil está no grupo 1 das Américas.
Flávio Saretta e o ouro no Rio
Devido ao começo de sua carreira profissional com boas vitórias e atingindo a liderança do ranking brasileiro, Saretta foi considerado o substituto natural de Guga Kuerten. Porém, sua trajetória se mostrou irregular após esse início meteórico. Mas, quando os olhos do Brasil se voltaram a ele em 2007, nos Jogos Panamericanos do Rio de Janeiro, Saretta não decepcionou e, em meio a dores no cotovelo direito, levou o último ouro do Brasil nos Jogos. Depois de salvar dois match points contra, o tenista brasileiro venceu o chileno Adrian Garcia, por 2 sets a 1
Tiago Fernandes e a nova geração
O jovem alagoano já tinha impressionado o veterano Thomaz Koch antes mesmo de conquistar o Australian Open, ao chegar às quartas de final do US Open em 2009. “Eu gostei de vê-lo falar que ia para quadra trabalhar ainda mais depois que conquistou o título na Austrália. No passado, muitos tenistas tiveram resultados bons no início de carreira e acharam que não precisavam mais trabalhar e não seguiram adiante. O que Tiago precisa se dar conta é que esse é o início da jornada e não a chegada” – disse Koch ao Globo Esporte. Ao lado de Thomas Bellucci, Tiago representa mais uma renovação no tênis brasileiro.
O que achou da lista? Certamente há muito mais a citar, você se lembra de algum fato marcante do tênis brasileiro? Conte-nos aqui nos comentários!
Publicado em 4 março , 2010 por Juliana Garcia Sales
5 momentos espetaculares do esporte em 2009
Com o final do ano chegando, chegam também as retrospectivas e lembranças dos momentos que fizeram o ano de 2009 um grande ano para o esporte. Momentos espetaculares no esporte, geralmente são fruto de sorte aliada à competência de alguns ases dos esportes.
O que diferencia um grande momento do esporte de um fiasco é uma pequena fração de segundo e geram imagens que ficam para sempre em nossa memória. Como é nosso padrão aqui no Leva na Esportiva, não vou atribuir uma graduação à cada um dos momentos, pois eles foram mágicos, cada um nos seu momento, cada um à seu tempo, portanto a apresentação será por data de acontecimento.
1) Futebol americano – Touchdown de James Harrison jogador do Pittsburgh Steelers no XLIII Superbowl NFL 2009 .
O Superbowl é o maior evento esportivo dos Estados Unidos. Equivale à uma final de Copa do Mundo, porém acontece todo ano. A disputa entre os campeões das ligas Leste e Oeste, sempre garantem excelente partidas e lances como essa inteceptação seguida de uma corrida de 101 jardas do defensor do Pittsburgh Steelers James Harrison.
Link para o vídeo do Touchdown
2) Golfe – Hole in One de Vijay Singh .
Já disse aqui anteriormente que o esporte que eu pratico é o golfe e a Ju Garcia Sales também mostrou que o momento mais incrível do golfe é o Hole in One. O Torneio mais tradicional do circuito americano é o torneio de Augusta. É um dos campos mais bonitos e mais complicados do circuito.
Uma das tradições desse torneio, além do paletó verde ao vencedor, é uma brincadeira que é feita entre os golfistas na terça-feira que antecede o início de disputa. No buraco 16, um par 3 com um grande water wazard (lago) entre o Tee e o Green, em que os golfistas tentam acertar a bola no Green. Eis que o famoso jogador das Ilhas Fiji consegue o inesperado, a bola quica diversas vezes no lago, passa o buraco e quando tudo parecia perdido a bola aceita o efeito colocado na tacada e volta delicadamente para o buraco.
Note que as imagens foram realizadas por torcedores que acompanhavam a brincadeira.
Link para o vídeo
Um outra visão um pouco menos privilegiada.
3) Beisebol – Nem que ele tentasse 1000 vezes.
Esse teria tudo para ser mais um lance no Beisebol, porém o taco resolveu desafiar a lei da física. Não vou contar o que aconteceu, para não estragar a surpresa.
4) Atletismo – Usain Bolt supera-se e é o homem mais rápido do mundo.
Precisa explicar o porque?
Sim, precisa. Na ocasião da conquista do recorde mundial, nós publicamos esse post, em que mostramos que a história de treinos e conquistas do jamaicano é um dos melhores exemplos de como levar a vida na esportiva.
5) Tênis – Jogada de Roger Federer na semi-final do US Open.
O US Open é a competição que fecha o Grand Slam de Tênis e esse ano vinha em uma disputa pela liderança do ranking ATP com Rafael Nadal e Andy Murray e precisava chegar às finais para garantir-se no primeiro posto.
Eis que no último game da partida, ele caminhava para a quebra de serviço de Novak Djokovic, quando o jogador Sérvio aplicou um lob e quando tudo parecia perdido, Federer golpeou por entre as pernas, de costas para a rede. A genialidade desse lance, se deve a precisão da batida cruzada, longe do alcance de seu adversário, conquistando então três match points e vencendo a partida na sequência.
Link para o vídeo
ATENÇÃO:
Antes que comecem os protestos, farei uma menção honrosa. Para não ser repetitivo, não coloquei entre os lances espetaculares de 2009 o gol do Palmeirense Diego Souza contra o Atlético Mineiro, pois ele já foi o tema central do post O gol mais bonito da História. Porém, seria impossível não ilustrar esse post com essa pintura…
Link para o gol
Publicado em 30 dezembro , 2009 por Luiz Ricardo Cobra
Grand Slam de Tenis – o torneio dos torneios.
Toda competição tem seus principais torneios, são os torneios que mais chamam atenção da mídia, que todo jogador deseja ganhar, que tem maior público presente. No tênis, esses torneios são quatro e são chamados de Grand Slam.
A conquista do Grand Slam é a vitória de todos os torneios na mesma temporada e foi chamado assim pela primeira vez, 1933 quando Jack Crawford teve chances reais de ser o primeiro vencedor de todas as competições. Porém, no último dos quatro torneios, o US Open, ele foi vencido e adiando assim o primeiro campeão do Grand Slam.
Composto pelos quatro torneios mais importantes da Federação Internacional de tênis: Australian Open, Roland Garros (França), Wimbledon (Inglaterra) e US Open (Estados Unidos).
A desde 1933, apenas cinco jogadores venceram o Grand Slam, são 21 anos sem que um jogador conquiste tal façanha. Os vencedores foram:
Don Budge (1938)
Maureen Connolly (1953)
Rod Laver (1962 e 1969)
Margaret Smith Court (1970
Steffi Graf (1988)
Fato curioso e que nessa conquista, a alemã Steffi Graf, venceu também a disputa de Tênis nos Jogos Olímpicos de Seul e é a única atleta a vencer o Golden Slam (vencer o Grand Slam + jogos olímpicos no mesmo ano).
Tipo de quadra
Atualmente, os jogadores de tênis têm recebido um alto índice de especialização em seus treinamentos e equipamentos, o que os torna especialistas em tipos de piso das quadras de tênis. Uma das principais característica do Grand Slam é a variação do piso das quadras de cada um dos torneios.
O Australian Open é jogado em janeiro em quadras com a superfície sintética dura, o que torna o jogo rápido, favorecendo o jogo dos tenistas mais rápidos e mais fortes.
Já o Aberto da França – Roland Garros é normalmente disputado entre maio e junho e suas quadras lentas de saibro, favorecem os jogadores mais técnicos. Logo em seguida, duas semanas após as finais do torneio francês, os tenistas atravessam o canal da Mancha, jogar nos lendários gramados de Wimbledon, com seu jogo rapidíssimo e irregular, favorece aos jogadores que coordenam força e habilidade.
Para fechar o Grand Slam, o US Open disputado no piso de concreto em Flushing Meadows, Nova Iorque.
Brasileiros de destaque
O grande nome do tênis brasileiro, sempre será Maria Esther Bueno, tri-campeã em Wimbledon, quatro vezes campeã do US Open e a única brasileira a conquistar um Grand Slam, em duplas.
O ano de 1960, Maria Esther iniciou a disputa do torneio de duplas com Christine Truman e depois continuou na caminhada com Darlene Hard.
Essas conquistas, que tinham tudo para ser únicas, ganharam mais brilho em 1997, quando um jovem tenista de nome alemão se destacou nas finais do torneio de Roland Garros e transformou no grande ídolo do esporte brasileiro após a morte de Ayrton Senna. Seu nome, Gustavo Kuerten. Além desse improvável título aos 21 anos de idade, o Guga – como é conhecido – ainda ganharia mais duas vezes o torneio disputado em Paris. Infelizmente problemas físicos tiraram-no da elite do tênis mundial e o forçaram a uma aposentadoria precoce, mas é certo que Guga deixou um legado para o país. A paixão dos novos atletas tenistas por esse esporte.
Para quem desejar acompanhar as competições, seguem as datas dos torneios do Grand Slam de tênis em 2010:
Australian Open – 18 a 31 de janeiro
Roland Garros – 23 de maio a 6 de junho –
Wimbledon – 21 de junho a 4 de julho -
US Open – 30 de agosto a 12 de setembro -
Publicado em 17 novembro , 2009 por Luiz Ricardo Cobra
- Que bom que gostou da nova camisa do vasco @jeanlmoraes, pode ganhar ingresso pra ver a estréia dela de perto http://migre.me/118hE
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- RT @viniciusmateusl: parabens ao clube e a Penalty pela nova camisa do Vasco. Que ela dê sorte ao time contra o Flamengo domingo! valeu!














