Rádio Leva na esportiva: Washington Nunes
Um bate papo mais que especial com Washington Nunes, professor de educação física, treinador do time de São Caetano do Sul (SP), da Confederação Brasileira de Handebol e foi o treinador da seleção brasileira de Handebol no mundial da Croácia.
Ele nos contou o cenário atual do handebol brasileiro, como funciona a rivalidade Brasil x Argentina , os problemas que o esporte enfrenta no país do futebol e projetos de incentivo.
Entre os altos e baixos do handebol a entrevista exclusiva nos revela grandes curiosidades e nos faz pensar um pouco mais sobre o esporte brasileiro.
O que você achou desse bate papo?
Abraços
Equipe Leva na Esportiva
Publicado em 7 janeiro , 2010 por Leva na Esportiva
Polo Aquático o Handebol das águas
Crédito da foto: Flying Cloud
Verão chegando e a busca por esportes aquáticos cresce. Porém para muitos é difícil manter-se distante de uma bola durante o verão. Para essas pessoas, o Pólo Aquático é uma opção muito interessante para unir essas variáveis.
Se tivéssemos que comparar o Pólo Aquático com um esporte, esse esporte seria o Handebol em seu principio básico. Jogado com as mãos e o objetivo é colocar a bola entre as balizas defendidas por um arqueiro.
Criado no final do século XIX na Inglaterra, o esporte é jogado entre dois times com sete jogadores cada um, sendo que um deles é o goleiro.
Normalmente jogado em piscinas, com dimensões entre 20m e 30m de comprimento por 10m a 20m de largura, também tem sido praticado em rios e mares em forma de apresentações.
A grande sacada do Pólo Aquático são as regras, uma vez que o contato físico possibilitaria que o Pólo fosse um esporte bastante moroso e violento. Os tempos são quatro, com 8 minutos cada um e cada uma das equipes têm apenas 30 segundos para efetuar cada jogada.
Para praticar esse esporte, são necessárias uma piscina, uma bola sunga (maio para mulheres) e uma toca de pano, com proteção para as orelhas. Uma das equipes joga de branco e a outra joga de azul, enquanto os dois guarda-metas jogam com tocas vermelhas.
Competições
Mundialmente o Pólo Aquático é organizado pela FINA – Federação Internacional de Natação e têm como suas principais competições mundiais a Liga Mundial, que é disputada anualmente, o Campeonato Mundial a cada dois anos e a Copa do Mundo de quatro em quatro anos.
Além dessas competições, o Pólo também é um esporte olímpico.
Curiosidades sobre o pólo aquático:
- apenas os goleiros podem segurar a bola com as duas mãos;
- a bola não pode ser totalmente submersa durante um lance;
- quando um jogador pega impulso no fundo da piscina, ele comete uma falta tão grave quanto empurrar um adversário.
Publicado em 9 dezembro , 2009 por Luiz Ricardo Cobra
Mundial Feminino de Handebol: Brasil X Alemanha
Foto e Texto: Guilherme Berberian – Diretamente da China
Abatida pela derrota contra a Suécia, a seleção brasileira iniciou muito mal o primeiro tempo em busca da dura tarefa de bater a Alemanha. O jogo prometia ser muito duro fisicamente pela força das adversárias, além disso, seria o terceiro dia seguido de jogo, o time que estivesse com mais perna com certeza levaria vantagem.
Com 7 bolas de vantagem no fim do primeiro tempo, a Alemanha se deu ao luxo de rodar a maioria do seu banco em quadra, dando oportunidade do Brasil encostar no placar. No minuto 28 chegamos a estar com dois gols atrás, mas não deu tempo, final 32 a 30 a favor das européias.
Fator claro de decisão do jogo foi o ruim aproveitamento do Brasil nos tiros de 7 metros. Convertemos apenas 3 dos 7 que tivemos oportunidades. Menção a incrível defesa da goleira Englert da Alemanha, defendendo um 7 metros batido por Flavia mesmo depois de caída.
A única possibilidade de classificação brasileira para chegar ao Main Round é vencer a fortíssima seleção dinamarquesa, bi-campeã Olímpica (2000 – 2004). Na fase de preparação para o Mundial, as brasileiras perderam de apenas 1 gol em amistoso realizado em Haderslev (DIN).
Missão nada fácil. Recuperar o ânimo e bater uma das equipes mais fortes do mundo.
Publicado em 7 dezembro , 2009 por Leva na Esportiva
Na escola só dá handebol!

Lidiane Faria (sentada, ao meio) e seu time, 2000. Foto: acervo pessoal
Você sabia que o handebol é o esporte mais praticado nas escolas brasileiras? É um esporte que necessita de poucos recursos: uma quadra (nem sempre com medidas oficiais) com dois gols e uma bola – os mesmos requisitos para se jogar futsal. É um esporte com regras simples, rápido, divertido, e que desperta o interesse de meninas e meninos. Essas características tornam o handebol amplamente aceito e relativamente fácil de implantar em escolas públicas e particulares.
Até a década de 1960, o handebol era conhecido somente em São Paulo. Mas começou a se espalhar quando o professor francês Auguste Listello, em 1954, no Curso Internacional de Santos, mostrou o esporte a professores de outros estados. Assim, o Handebol foi introduzido em escolas por todo o país. Em 1971, o MEC (Ministério de Esporte e Cultura) incluiu o handebol entre as modalidades dos Jogos Estudantis e Jogos Universitários Brasileiros (JEBs e JUBs), devido à popularidade crescente nas escolas.
É na escola que pode nascer um talento ou um apaixonado pelo esporte, e assim, o Brasil, que ainda não é uma potência em handebol, vem crescendo na modalidade. E pra quem acha que o handebol é para as meninas, a seleção masculina vem obtendo ótimos resultados e já é bicampeã pan-americana (Santo Domingo 2003 e Rio de Janeiro 2007). É de times escolares que vem grande parte dos jogadores da seleção, garante o presidente da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) Manuel Luiz Oliveira.
Conversei com uma apaixonada por handebol, a relações públicas Lidiane Faria. Sim, o primeiro contato que ela teve com o handebol foi na escola, aos nove anos de idade. Mas, apesar de ter sido descoberta por uma professora aos 11 anos, aos 13 é que foi tentar a peneira da Escola de Handebol da Metodista. Não passou como jogadora de linha, mas foi persistente e entrou como goleira. Nessa época, jogou por três escolas diferentes, a que estudava em São Paulo, a Metodista em São Bernardo e o Colégio Arbos em Santo André, ufa!

Lidiane Faria e o esporte da sua vida. Fotos: acervo pessoal
Lidiane considera que não é papel da escola tornar o aluno um apaixonado por esporte, mas incentivar a prática e mostrar que o esporte é um caminho profissional viável. “Dizem que o esporte é saúde, mas raramente passam disso, e nem sempre há o ensino teórico das regras”, declara Lidiane.
Porém, é preciso insistir no desenvolvimento pedagógico do esporte. Mesmo que não se torne um profissional, segundo Lidiane, o handebol traz ao estudante benefícios como o trabalho em equipe, respeito ao adversário, disciplina, coragem e persistência. “O handebol na idade escolar é bacana porque trabalha toda a musculatura da criança. E por ser um esporte com bastante contato, respeito ao adversário é fundamental”, afirma.
Por falar em crianças…
O mini-handebol
O mini-handebol é uma forma de mostrar a crianças os fundamentos do handebol, tirando o peso de regras mais avançadas e deixando de lado esquemas táticos. Essa maneira de jogar o handebol permite que escolas e comunidades com pouquíssimos recursos tenham acesso ao conhecimento da modalidade. Permite também a adaptação de regras conforme a faixa etária.
A CBHb leva o Projeto Petrobras Mini-Hand de Iniciação Esportiva a todo o Brasil com os objetivos de:
- Promover o esporte a quem tem pouco acesso a lazer, e auxiliar escolas e comunidades mais carentes no fomento ao esporte;
- Desenvolver a criança social, física e intelectualmente;
- Manter o handebol como o esporte olímpico mais praticado nas escolas de todo o Brasil.
Os campeonatos de mini-handebol podem se transformar em festivais, visto que o objetivo do mini-hand não é a competitividade, mas a socialização e integração das crianças. E aí, a imaginação é o limite. É possível criar eventos multidisciplinares, evocando várias matérias do currículo escolar, como línguas, geografia e ciências.
Mais um grande passo na popularização do handebol, que já tem lugar no coração de quem leva na esportiva.
Publicado em 23 setembro , 2009 por Juliana Garcia Sales
- No próximo domingo, a cidade de São Paulo irá sediar pela primeira vez uma etapa de rua de Fórmula #Indy http://migre.me/jPW7
- E pra quem gosta de #surf tem um post muito legal sobre a brilhante carreira de @carlosburle http://migre.me/ntXI
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