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	<title>Leva na Esportiva - Entrevistas, podcasts e diversão. &#187; escola</title>
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	<description>Entrevistas, podcasts e diversão. No blog 2.0 da Penalty, você encontra sobre todos os tipos de esportes! Confira!</description>
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		<title>Taco, o críquete das ruas</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Garcia Sales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-652" title="taco" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/09/taco.jpg" alt="taco" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Brincadeira de origem nobre &#8211; Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/portelinha/">Vinicius Portelinha</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Você joga ou já jogou taco? Você sabia que esse jogo das ruas, sem regra oficial, [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-652" title="taco" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/09/taco.jpg" alt="taco" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Brincadeira de origem nobre &#8211; Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/portelinha/">Vinicius Portelinha</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Você joga ou já jogou taco? Você sabia que esse jogo das ruas, sem regra oficial, passado de geração a geração oralmente, tem origem num esporte considerado nobre?</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira vez que vi pela televisão trechos de um jogo de críquete, o qual já tinha ouvido falar que era um esporte nobre inglês, achei muito parecido com algo que já tinha visto antes. Ah, era aquilo que a molecada jogava no meio da rua, com pedaços de madeira, bola de tênis e latas velhas de óleo ou de refrigerante!</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, o jogo, além de lembrar o beisebol e suas rebatidas, tem princípios muito semelhantes aos do críquete. Os objetivos do taco são os mesmos do esporte inglês: derrubar as estacas / casinhas do adversário e marcar mais corridas que o adversário. Na realidade, quem ganha é quem protege melhor suas casas. As maiores diferenças são no número de jogadores e no espaço para jogar. No críquete, uma equipe tem 11 jogadores espalhados por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADquete#Campo_de_jogo">um campo oval ou circular de 150m de diâmetro</a>. No taco, bastam duas duplas e o espaço que comporte o lugar das casas, do rebatedor e do arremessador – <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cricket_field_parts.svg">o equivalente ao <em>pitch</em> do campo de críquete</a> – e o restante do campo é do tamanho da rua, quintal, pátio. E, claro, quem joga taco não necessita daquele aparato (luvas, capacete, protetor escrotal) que o jogador de críquete usa.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumo das regras:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>O arremessador tenta derrubar a casa/estaca do adversário, e com isso tenta tomar o taco.</li>
<li>Quem está com o taco tenta rebater o arremesso e proteger sua casinha;</li>
<li>Quando a bola é rebatida, aquele da dupla adversária que não arremessou tenta apanhar a bola;</li>
<li>Enquanto isso, os protetores das casinhas correm trocando de lado e batem os bastões (as batidas marcam os pontos da equipe com o taco) prestando atenção para voltar ao posto antes que o adversário volte e tente derrubar a casa ou queimar o jogador;</li>
<li>Quem está com o taco tem clara vantagem, já que é quem leva os pontos das corridas; por isso, quem arremessa tem que fazer de tudo para tomar o taco.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">É engraçado como um jogo tão&#8230; igual ao críquete seja amplamente divulgado no Brasil e o próprio críquete não ser nada conhecido. O críquete só tem popularidade na Inglaterra, onde nasceu, na Índia e no Paquistão. Os times da Austrália, Sri Lanka e África do Sul também se destacam. Aqui no Brasil é considerado um esporte de elite, <a href="http://mundoestranho.abril.com.br/esporte/pergunta_425057.shtml">com pouco mais de 200 praticantes</a>, segundo a revista Mundo Estranho.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o taco é tão espalhado pelo Brasil que tem até regionalismos, como <a href="http://www.educacaofisica.com.br/glossario_mostrar.asp?id=200">regras e nomes diferentes em cada Estado</a>. O taco também é chamado de bete, bétia, bets, jogo de casinha, bete-ombro, bete-lombo, lesca. O nome bete (ou bétia) tem origens controversas, como a história que diz que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bete-ombro">ingleses que trabalhavam no Brasil numa companhia de papel quiseram homenagear a Rainha Elizabeth</a>; ou que <a href="http://criancas.hsw.uol.com.br/como-jogar-taco.htm">esse nome remetia a apostas</a> (<em>bets</em>, em inglês). Eu acredito, porém, que esse nome <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cricket_bat">provenha dos tacos (<em>bats</em>) do críquete</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=3152">taco infelizmente está saindo de nossas ruas</a>, cada vez mais perigosas. Pouco tempo atrás, uma turminha jogava taco aqui na minha rua, isso foi até colocarem uma linha de ônibus aqui &#8211; mesmo a rua sendo estreita e totalmente residencial. Ao menos, na rua de trás ainda se joga pelada todo dia. Enfim, os jogos dos adolescentes estão cada vez mais confinados.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos ressaltar aqui que o jogo de bétia pode ter valores pedagógicos inestimáveis, já que é um jogo divertido e que acrescenta culturalmente, e pode ser facilmente aplicado nas escolas, inclusive para faixas etárias mais baixas. Quem sabe, o bets não saia das ruas para morar nas escolas? Há educadores que estão implantando o taco no currículo da educação física, como o premiado <a href="http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/fundamentos/muito-mais-futebol-423971.shtml">professor José Carlos dos Santos</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, pelo que meu irmão me conta, a bétia não vai sumir: “ora, quem não gosta de jogar taco?”, diz.</p>
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		<title>Na escola só dá handebol!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 19:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Garcia Sales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-576" title="timehand" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/09/timehand.jpg" alt="timehand" /></p>
<p><em>Lidiane Faria (sentada, ao meio) e seu time, 2000. Foto: acervo pessoal</em></p>
<p style="text-align: justify;">Você sabia que o handebol é o esporte mais praticado nas escolas brasileiras? É um [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-576" title="timehand" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/09/timehand.jpg" alt="timehand" /></p>
<p><em>Lidiane Faria (sentada, ao meio) e seu time, 2000. Foto: acervo pessoal</em></p>
<p style="text-align: justify;">Você sabia que o handebol é o esporte mais praticado nas escolas brasileiras? É um esporte que necessita de poucos recursos: uma quadra (nem sempre com medidas oficiais) com dois gols e uma bola – os mesmos requisitos para se jogar futsal. É um esporte com regras simples, rápido, divertido, e que desperta o interesse de meninas e meninos. Essas características tornam o handebol amplamente aceito e relativamente fácil de implantar em escolas públicas e particulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a década de 1960, o handebol era conhecido somente em São Paulo. Mas começou a se espalhar quando o professor francês Auguste Listello, em 1954, no Curso Internacional de Santos, mostrou o esporte a professores de outros estados. Assim, o Handebol foi introduzido em escolas por todo o país. Em 1971, o MEC (Ministério de Esporte e Cultura) incluiu o handebol entre as modalidades dos Jogos Estudantis e Jogos Universitários Brasileiros (JEBs e JUBs), devido à popularidade crescente nas escolas.</p>
<p style="text-align: justify;">É na escola que pode nascer um talento ou um apaixonado pelo esporte, e assim, o Brasil, que ainda não é uma potência em handebol, vem crescendo na modalidade. E pra quem acha que o handebol é para as meninas, a seleção masculina vem obtendo ótimos resultados e já é bicampeã pan-americana (Santo Domingo 2003 e Rio de Janeiro 2007). <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/07/22/materia.2007-07-22.9895967524/view">É de times escolares que vem grande parte dos jogadores da seleção</a>, garante o presidente da <a href="http://www.brasilhandebol.com.br/">Confederação Brasileira de Handebol</a> (CBHb) Manuel Luiz Oliveira.</p>
<p style="text-align: justify;">Conversei com uma apaixonada por handebol, a relações públicas Lidiane Faria. Sim, o primeiro contato que ela teve com o handebol foi na escola, aos nove anos de idade. Mas, apesar de ter sido descoberta por uma professora aos 11 anos, aos 13 é que foi tentar a peneira da Escola de Handebol da Metodista. Não passou como jogadora de linha, mas foi persistente e entrou como goleira. Nessa época, jogou por três escolas diferentes, a que estudava em São Paulo, a Metodista em São Bernardo e o Colégio Arbos em Santo André, ufa!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-582" title="camisa10lne" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/09/camisa10lne.jpg" alt="camisa10lne" /></p>
<p><em>Lidiane Faria e o esporte da sua vida. Fotos: acervo pessoal</em></p>
<p style="text-align: justify;">Lidiane considera que não é papel da escola tornar o aluno um apaixonado por esporte, mas incentivar a prática e mostrar que o esporte é um caminho profissional viável. “Dizem que o esporte é saúde, mas raramente passam disso, e nem sempre há o ensino teórico das regras”, declara Lidiane.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, é preciso insistir no desenvolvimento pedagógico do esporte. Mesmo que não se torne um profissional, segundo Lidiane, o handebol traz ao estudante benefícios como o trabalho em equipe, respeito ao adversário, disciplina, coragem e persistência. “O handebol na idade escolar é bacana porque trabalha toda a musculatura da criança. E por ser um esporte com bastante contato, respeito ao adversário é fundamental”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Por falar em crianças&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O mini-handebol </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O mini-handebol é uma forma de mostrar a crianças os fundamentos do handebol, tirando o peso de regras mais avançadas e deixando de lado esquemas táticos. Essa maneira de jogar o handebol permite que escolas e comunidades com pouquíssimos recursos tenham acesso ao conhecimento da modalidade. Permite também a adaptação de regras conforme a faixa etária.</p>
<p style="text-align: justify;">A CBHb leva o <a href="http://cbhb.mundozero.com.br/interna.php?tipo=Noticias&amp;acao=minihand&amp;filtro=Index">Projeto Petrobras Mini-Hand de Iniciação Esportiva</a> a todo o Brasil com os objetivos de:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Promover o esporte a quem tem pouco acesso a lazer, e auxiliar escolas e comunidades mais carentes no fomento ao esporte;</li>
<li>Desenvolver a criança social, física e intelectualmente;</li>
<li>Manter o handebol como o esporte olímpico mais praticado nas escolas de todo o Brasil. <img src='http://www.levanaesportiva.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os campeonatos de mini-handebol podem se transformar em festivais, visto que o objetivo do mini-hand não é a competitividade, mas a socialização e integração das crianças. E aí, <a href="http://pedagogiadohandebol.wordpress.com/2009/08/26/os-festivais-de-mini-handebol/">a imaginação é o limite</a>. É possível criar eventos multidisciplinares, evocando várias matérias do currículo escolar, como línguas, geografia e ciências.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais um grande passo na popularização do handebol, que já tem lugar no coração de quem leva na esportiva.</p>
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		<title>Respira e vai!</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 03:38:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Garcia Sales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-379" title="tira02" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/08/tira022.jpg" alt="tira02" /></p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-379" title="tira02" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/08/tira022.jpg" alt="tira02" /></p>
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