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	<title>Leva na Esportiva - Entrevistas, podcasts e diversão. &#187; crianças</title>
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	<description>Entrevistas, podcasts e diversão. No blog 2.0 da Penalty, você encontra sobre todos os tipos de esportes! Confira!</description>
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		<title>Vanderlei Cordeiro de Lima: a maratona continua</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 14:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Garcia Sales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1188 aligncenter" title="vanderlei" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/12/vanderlei.jpg" alt="vanderlei" /></p>
<p><em>Vanderlei Cordeiro de Lima relembra a época em que trabalhou como bóia-fria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Há um ano, na Corrida de São Silvestre, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vanderlei_Cordeiro_de_Lima">Vanderlei Cordeiro de Lima</a> [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1188 aligncenter" title="vanderlei" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/12/vanderlei.jpg" alt="vanderlei" /></p>
<p><em>Vanderlei Cordeiro de Lima relembra a época em que trabalhou como bóia-fria</em></p>
<p style="text-align: justify;">Há um ano, na Corrida de São Silvestre, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Vanderlei_Cordeiro_de_Lima">Vanderlei Cordeiro de Lima</a> se retirou das provas profissionais de atletismo, encerrando uma carreira de esportista que ficará na memória dos brasileiros. Em especial pelas Olimpíadas de Atenas, em que liderou até quase o final da prova, quando um padre irlandês fantasiado invadiu a pista e empurrou Vanderlei para a calçada. Vanderlei, que tinha boa vantagem, acabou chegando em terceiro lugar, mas se tornou o herói da maratona.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1189 aligncenter" title="vanderlei-padre-blog" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/12/vanderlei-padre-blog.jpg" alt="vanderlei-padre-blog" /></p>
<p><em>Vanderlei sendo barrado pelo padre irlandês Cornelius Horan em Atenas &#8211; 2004</em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BR-z7-rCAkc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/BR-z7-rCAkc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Vanderlei, quando garoto, trabalhava como bóia-fria no interior do Paraná e corria pelos campos para se divertir. Foi descoberto aos 11 anos pelo professor de Educação Física Arnei César Moreira, que o convidou a participar dos jogos interescolares. Levou a Escola Estadual Castelo Branco à vitória e não parou mais de treinar.</p>
<p style="text-align: justify;">30 anos mais tarde, sua aposentadoria não significa estar longe das maratonas. Criou o <a href="http://www.ivcl.org.br/">Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima</a>, para que outras crianças também descubram e sejam descobertas para o atletismo e saiam de condições precárias de educação e trabalho infantil. O projeto busca e desenvolve o talento em corridas de velocidade, meio fundo, fundo, saltos e arremessos, dando oportunidade para que a criança possa se revelar tanto atlética como socialmente, contribuindo assim para o desenvolvimento do atletismo regional e nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, se a criança não se tornar atleta, não há problema, o objetivo principal do Instituto é usar o esporte como uma ferramenta para o desenvolvimento pessoal de cada uma das crianças atendidas. Por isso, a ideia é que as crianças tenham contato com idiomas, artes, atividades culturais, aulas de educação sexual, meio ambiente, e oficinas profissionalizantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o IVCL possui um projeto em Campinas (SP), nas dependências da Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A escolinha de atletismo, conhecida como ORCAMPI, atende aproximadamente 120 crianças por ano, com idade entre 11 e 18 anos, vindas das camadas mais carentes e de escolas públicas da Região Metropolitana de Campinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se é um vencedor, não é um obstáculo que vai determinar sua parada. Como vimos no exemplo de Vanderlei, uma medalha era apenas o começo de sua contribuição para o esporte brasileiro.</p>
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		<title>Taco, o críquete das ruas</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 21:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Garcia Sales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-652" title="taco" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/09/taco.jpg" alt="taco" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Brincadeira de origem nobre &#8211; Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/portelinha/">Vinicius Portelinha</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Você joga ou já jogou taco? Você sabia que esse jogo das ruas, sem regra oficial, [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-652" title="taco" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/09/taco.jpg" alt="taco" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Brincadeira de origem nobre &#8211; Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/portelinha/">Vinicius Portelinha</a></em></p>
<p style="text-align: justify;">Você joga ou já jogou taco? Você sabia que esse jogo das ruas, sem regra oficial, passado de geração a geração oralmente, tem origem num esporte considerado nobre?</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira vez que vi pela televisão trechos de um jogo de críquete, o qual já tinha ouvido falar que era um esporte nobre inglês, achei muito parecido com algo que já tinha visto antes. Ah, era aquilo que a molecada jogava no meio da rua, com pedaços de madeira, bola de tênis e latas velhas de óleo ou de refrigerante!</p>
<p style="text-align: justify;">Sim, o jogo, além de lembrar o beisebol e suas rebatidas, tem princípios muito semelhantes aos do críquete. Os objetivos do taco são os mesmos do esporte inglês: derrubar as estacas / casinhas do adversário e marcar mais corridas que o adversário. Na realidade, quem ganha é quem protege melhor suas casas. As maiores diferenças são no número de jogadores e no espaço para jogar. No críquete, uma equipe tem 11 jogadores espalhados por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cr%C3%ADquete#Campo_de_jogo">um campo oval ou circular de 150m de diâmetro</a>. No taco, bastam duas duplas e o espaço que comporte o lugar das casas, do rebatedor e do arremessador – <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Cricket_field_parts.svg">o equivalente ao <em>pitch</em> do campo de críquete</a> – e o restante do campo é do tamanho da rua, quintal, pátio. E, claro, quem joga taco não necessita daquele aparato (luvas, capacete, protetor escrotal) que o jogador de críquete usa.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumo das regras:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>O arremessador tenta derrubar a casa/estaca do adversário, e com isso tenta tomar o taco.</li>
<li>Quem está com o taco tenta rebater o arremesso e proteger sua casinha;</li>
<li>Quando a bola é rebatida, aquele da dupla adversária que não arremessou tenta apanhar a bola;</li>
<li>Enquanto isso, os protetores das casinhas correm trocando de lado e batem os bastões (as batidas marcam os pontos da equipe com o taco) prestando atenção para voltar ao posto antes que o adversário volte e tente derrubar a casa ou queimar o jogador;</li>
<li>Quem está com o taco tem clara vantagem, já que é quem leva os pontos das corridas; por isso, quem arremessa tem que fazer de tudo para tomar o taco.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">É engraçado como um jogo tão&#8230; igual ao críquete seja amplamente divulgado no Brasil e o próprio críquete não ser nada conhecido. O críquete só tem popularidade na Inglaterra, onde nasceu, na Índia e no Paquistão. Os times da Austrália, Sri Lanka e África do Sul também se destacam. Aqui no Brasil é considerado um esporte de elite, <a href="http://mundoestranho.abril.com.br/esporte/pergunta_425057.shtml">com pouco mais de 200 praticantes</a>, segundo a revista Mundo Estranho.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o taco é tão espalhado pelo Brasil que tem até regionalismos, como <a href="http://www.educacaofisica.com.br/glossario_mostrar.asp?id=200">regras e nomes diferentes em cada Estado</a>. O taco também é chamado de bete, bétia, bets, jogo de casinha, bete-ombro, bete-lombo, lesca. O nome bete (ou bétia) tem origens controversas, como a história que diz que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bete-ombro">ingleses que trabalhavam no Brasil numa companhia de papel quiseram homenagear a Rainha Elizabeth</a>; ou que <a href="http://criancas.hsw.uol.com.br/como-jogar-taco.htm">esse nome remetia a apostas</a> (<em>bets</em>, em inglês). Eu acredito, porém, que esse nome <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cricket_bat">provenha dos tacos (<em>bats</em>) do críquete</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=3152">taco infelizmente está saindo de nossas ruas</a>, cada vez mais perigosas. Pouco tempo atrás, uma turminha jogava taco aqui na minha rua, isso foi até colocarem uma linha de ônibus aqui &#8211; mesmo a rua sendo estreita e totalmente residencial. Ao menos, na rua de trás ainda se joga pelada todo dia. Enfim, os jogos dos adolescentes estão cada vez mais confinados.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos ressaltar aqui que o jogo de bétia pode ter valores pedagógicos inestimáveis, já que é um jogo divertido e que acrescenta culturalmente, e pode ser facilmente aplicado nas escolas, inclusive para faixas etárias mais baixas. Quem sabe, o bets não saia das ruas para morar nas escolas? Há educadores que estão implantando o taco no currículo da educação física, como o premiado <a href="http://revistaescola.abril.com.br/educacao-fisica/fundamentos/muito-mais-futebol-423971.shtml">professor José Carlos dos Santos</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, pelo que meu irmão me conta, a bétia não vai sumir: “ora, quem não gosta de jogar taco?”, diz.</p>
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		<title>Na escola só dá handebol!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 19:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Garcia Sales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-576" title="timehand" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/09/timehand.jpg" alt="timehand" /></p>
<p><em>Lidiane Faria (sentada, ao meio) e seu time, 2000. Foto: acervo pessoal</em></p>
<p style="text-align: justify;">Você sabia que o handebol é o esporte mais praticado nas escolas brasileiras? É um [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-576" title="timehand" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/09/timehand.jpg" alt="timehand" /></p>
<p><em>Lidiane Faria (sentada, ao meio) e seu time, 2000. Foto: acervo pessoal</em></p>
<p style="text-align: justify;">Você sabia que o handebol é o esporte mais praticado nas escolas brasileiras? É um esporte que necessita de poucos recursos: uma quadra (nem sempre com medidas oficiais) com dois gols e uma bola – os mesmos requisitos para se jogar futsal. É um esporte com regras simples, rápido, divertido, e que desperta o interesse de meninas e meninos. Essas características tornam o handebol amplamente aceito e relativamente fácil de implantar em escolas públicas e particulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a década de 1960, o handebol era conhecido somente em São Paulo. Mas começou a se espalhar quando o professor francês Auguste Listello, em 1954, no Curso Internacional de Santos, mostrou o esporte a professores de outros estados. Assim, o Handebol foi introduzido em escolas por todo o país. Em 1971, o MEC (Ministério de Esporte e Cultura) incluiu o handebol entre as modalidades dos Jogos Estudantis e Jogos Universitários Brasileiros (JEBs e JUBs), devido à popularidade crescente nas escolas.</p>
<p style="text-align: justify;">É na escola que pode nascer um talento ou um apaixonado pelo esporte, e assim, o Brasil, que ainda não é uma potência em handebol, vem crescendo na modalidade. E pra quem acha que o handebol é para as meninas, a seleção masculina vem obtendo ótimos resultados e já é bicampeã pan-americana (Santo Domingo 2003 e Rio de Janeiro 2007). <a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/07/22/materia.2007-07-22.9895967524/view">É de times escolares que vem grande parte dos jogadores da seleção</a>, garante o presidente da <a href="http://www.brasilhandebol.com.br/">Confederação Brasileira de Handebol</a> (CBHb) Manuel Luiz Oliveira.</p>
<p style="text-align: justify;">Conversei com uma apaixonada por handebol, a relações públicas Lidiane Faria. Sim, o primeiro contato que ela teve com o handebol foi na escola, aos nove anos de idade. Mas, apesar de ter sido descoberta por uma professora aos 11 anos, aos 13 é que foi tentar a peneira da Escola de Handebol da Metodista. Não passou como jogadora de linha, mas foi persistente e entrou como goleira. Nessa época, jogou por três escolas diferentes, a que estudava em São Paulo, a Metodista em São Bernardo e o Colégio Arbos em Santo André, ufa!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-582" title="camisa10lne" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/09/camisa10lne.jpg" alt="camisa10lne" /></p>
<p><em>Lidiane Faria e o esporte da sua vida. Fotos: acervo pessoal</em></p>
<p style="text-align: justify;">Lidiane considera que não é papel da escola tornar o aluno um apaixonado por esporte, mas incentivar a prática e mostrar que o esporte é um caminho profissional viável. “Dizem que o esporte é saúde, mas raramente passam disso, e nem sempre há o ensino teórico das regras”, declara Lidiane.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, é preciso insistir no desenvolvimento pedagógico do esporte. Mesmo que não se torne um profissional, segundo Lidiane, o handebol traz ao estudante benefícios como o trabalho em equipe, respeito ao adversário, disciplina, coragem e persistência. “O handebol na idade escolar é bacana porque trabalha toda a musculatura da criança. E por ser um esporte com bastante contato, respeito ao adversário é fundamental”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Por falar em crianças&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O mini-handebol </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O mini-handebol é uma forma de mostrar a crianças os fundamentos do handebol, tirando o peso de regras mais avançadas e deixando de lado esquemas táticos. Essa maneira de jogar o handebol permite que escolas e comunidades com pouquíssimos recursos tenham acesso ao conhecimento da modalidade. Permite também a adaptação de regras conforme a faixa etária.</p>
<p style="text-align: justify;">A CBHb leva o <a href="http://cbhb.mundozero.com.br/interna.php?tipo=Noticias&amp;acao=minihand&amp;filtro=Index">Projeto Petrobras Mini-Hand de Iniciação Esportiva</a> a todo o Brasil com os objetivos de:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Promover o esporte a quem tem pouco acesso a lazer, e auxiliar escolas e comunidades mais carentes no fomento ao esporte;</li>
<li>Desenvolver a criança social, física e intelectualmente;</li>
<li>Manter o handebol como o esporte olímpico mais praticado nas escolas de todo o Brasil. <img src='http://www.levanaesportiva.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Os campeonatos de mini-handebol podem se transformar em festivais, visto que o objetivo do mini-hand não é a competitividade, mas a socialização e integração das crianças. E aí, <a href="http://pedagogiadohandebol.wordpress.com/2009/08/26/os-festivais-de-mini-handebol/">a imaginação é o limite</a>. É possível criar eventos multidisciplinares, evocando várias matérias do currículo escolar, como línguas, geografia e ciências.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais um grande passo na popularização do handebol, que já tem lugar no coração de quem leva na esportiva.</p>
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		<title>Rádio Leva na Esportiva: Maurício Draghi</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 15:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leva na Esportiva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Começou sua carreira no <strong>rugby</strong> em 1991 aos 14 anos de idade participou duas vezes de mundiais um na Romênia e outro na Itália. Atualmente é o capitão do vice campeão Paulista, o [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Começou sua carreira no <strong>rugby</strong> em 1991 aos 14 anos de idade participou duas vezes de mundiais um na Romênia e outro na Itália. Atualmente é o capitão do vice campeão Paulista, o <strong>Pauster Athetic club</strong> e em 2001 foi eleito como o melhor atleta no torneio <strong>SPAC Lions 7&#8242;s International</strong>, tradicional torneio de <strong>Rugby</strong> nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso bate papo com o <strong>Maurício</strong> foi muito bom, pois conhecemos um pouco mais sobre <strong>Rubgy</strong> e <strong>seus</strong> <strong>valores</strong>. Ele falou um pouco sobre a seleção brasileira, campeonatos, desafios e conquistas.</p>
<p style="text-align: justify;">É melhor ouvir e se divertir com essa papo descontraído.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode nos enviar dúvidas através dos comentários, vamos ter um enorme prazer em responde-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande abraço!</p>
]]></content:encoded>
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		<itunes:summary>Comeccedil;ou sua carreira no rugby em 1991 aos 14 anos de idade participou duas vezes de mundiais um na Romecirc;nia e outro na Itaacute;lia. Atualmente eacute; o capitatilde;o do vice campeatilde;o Paulista, o Pauster Athetic club e em 2001 foi eleito como o melhor atleta no torneio SPAC Lions 7's International, tradicional torneio de Rugby nacional.
Nosso bate papo com o Mauriacute;cio foi muito bom, pois conhecemos um pouco mais sobre Rubgy e seus valores. Ele falou um pouco sobre a seleccedil;atilde;o brasileira, campeonatos, desafios e conquistas.
Eacute; melhor ouvir e se divertir com essa papo descontraiacute;do.
Pode nos enviar duacute;vidas atraveacute;s dos comentaacute;rios, vamos ter um enorme prazer em responde-las.
Um grande abraccedil;o!</itunes:summary>
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		<itunes:author>levanaesportiva@levanaesportiva.com.br</itunes:author>
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		<title>Esporte de pai para filho: valores para a vida</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 04:39:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Garcia Sales</dc:creator>
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<em></em></p>
<p><em>Imagem: Arquivo Pessoal<br />
A natação faz parte da vida de Vandré Moraes </em></p>
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<em></em></p>
<p><em>Imagem: Arquivo Pessoal<br />
A natação faz parte da vida de Vandré Moraes </em></p>
<p style="text-align: justify;">Esporte é algo que passa de pai para filho, não é? Estamos perto do dia dos pais e hoje trago a vocês um depoimento de uma pessoa como você, leitor, que trabalha, estuda, namora, enfim, tem uma vida normal. E que tem <strong>esporte na veia</strong>, graças a seus pais, que o incentivaram a praticá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vandré Moraes é um jovem de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto_alegre">Porto Alegre (RS)</a> que mantém uma vida saudável, mesmo com a correria de seu trabalho numa grande empresa em S. José dos Campos (SP).</p>
<p style="text-align: justify;">Desde criança, Vandré pratica natação, esporte que pretende levar para o resto da vida. Mas também foi levado pelos pais a praticar vários esportes, como vôlei, basquete, handebol, futebol, para que tivesse liberdade para escolher o esporte que mais gostasse. Vandré ficou com a natação e com o futebol.</p>
<p style="text-align: justify;">“<strong>O esporte tornou meu filho disciplinado</strong>, tenho orgulho dele”, diz Carlos Moraes, pai de Vandré. “Estava sempre presente nas competições para incentivá-lo”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Passei pela peneira do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sport_Club_Internacional">Inter</a> e joguei lá por pouco tempo, mas para ser jogador, teria que ficar no clube em tempo integral. Meu pai me fez sair, porque eu tinha que continuar estudando”, diz Vandré, mostrando <strong>uma criação responsável</strong> de seu pai Carlos, que queria que o esporte acompanhasse os estudos de seu filho, de uma forma equilibrada. “Passei também no teste do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gr%C3%AAmio_Foot-Ball_Porto_Alegrense">Grêmio</a>, mas o esquema era o mesmo, teria que treinar durante o dia todo”, afirma Vandré. “Depois passei num clube chamado Roma, era para eu ir jogar um campeonato na Argentina, mas meu pai não deixou. Eu até fiquei ‘brabo’ na época, mas hoje, vejo que ele fez o certo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Vandré disse também que seu pai sempre o levou aos estádios para acompanhar o futebol gaúcho, mas que não o influenciou na escolha do time do coração. “Meu pai sempre foi neutro, deixou que eu escolhesse o time que eu quisesse. Na verdade, ele até me ensinou a torcer pelos times mais fracos” disse, rindo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, se Vandré teve que deixar o futebol, nunca abandonou as piscinas. A natação era um esporte que poderia ser levado junto com os estudos. O sucesso veio pelo clube Stillo e outros clubes menores.</p>
<p style="text-align: justify;">“Hoje sou resistente, dificilmente fico doente, porque a natação pode até não te deixar com uma barriga tanquinho como a musculação, mas te <strong>traz uma energia muito grande</strong>, a força é interna. Além disso, a disciplina vira algo natural, ‘tu’ acorda na hora certa, chega na hora certa para o treino”, diz Vandré.</p>
<p style="text-align: justify;">O Sr. Carlos declarou que o esporte traz valores para as demais áreas da vida, pois quem o pratica tem disciplina, responsabilidade, evita contato com coisas pouco saudáveis, como drogas. Além disso, “O esporte ensina o respeito ao próximo. E quem pratica esporte, <strong>faz tudo com mais elegância</strong>”, afirma Carlos. “Era isso que meu pai queria quando me incentivou a praticar esportes: que eu não fosse ‘descoordenado’”, diz Vandré, em meio a risos.<br />
<img class="size-full wp-image-344 aligncenter" title="vandre_pais" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/08/vandre_pais.jpg" alt="vandre_pais" /><br />
Imagem: Juliana Garcia Sales<br />
<em>Vandré, seu pai e sua mãe.<br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;">Sem dúvida, o esporte é responsável por grande parte do sucesso atual de Vandré, na vida profissional e pessoal. Mesmo longe da cidade natal, Vandré mantém o amor e os valores familiares. Podemos ter certeza que o Sr. Carlos fez um bom trabalho na criação de seu filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Trago esse depoimento (que a mim, foi emocionante) como homenagem a todos os pais, que tentam levar o melhor para seus filhos. Os pais que ensinam as coisas boas da vida, como o esporte, a amizade, o companheirismo. Os pais que ensinam seus filhos a voar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*A divulgação dos nomes e fotos foi autorizada pelos entrevistados.</em></p>
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		<title>Tem que levar na esportiva</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 17:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Garcia Sales</dc:creator>
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