Rádio Leva na Esportiva: Hortência do Basquete

A Rainha do Basquete, a maior cestinha do Brasil, presente no Hall da Fama do basquete internacional. Fez parte das campanhas que levaram o Brasil às maiores conquistas, como a Prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta e o primeiro lugar no Mundial da Austrália em 1994.

Atualmente Hortência é diretora da Confederação Brasileira de Basketball, e nos contou um pouco sobre sua trajetória profissional, conquistas e os grandes desafios com o esporte brasileiro.

Ouça nossa entrevista exclusiva com uma das principais mulheres do esporte nacional.

 
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Publicado em 8 março , 2010 por Leva na Esportiva

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O Esporte nos Cinemas

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Crédito da imagem Ricardo Cobra com direitos para cada um dos estúdios cinematográficos.

O esporte é um tema bastante constante nos cinemas, seja em filmes “Sessão da tarde”, seja em filmes de artes marciais, seja em biografias de grandes atletas. Eu sou um cinéfilo viciado em filmes de esportes, traço aqui um top 10 filmes de esportes que precisam ser vistos.  A ordem está aleatória, não existindo uma graduação entre cada uma das posições.

10. Falcão o Campeão dos Campeões

Um caminhoneiro que perde a esposa e passa a criar o filho enquanto disputa desafios de braço de ferro. Com um argumento desses, o filme tinha tudo para ser um clássico de “sessão da tarde” que agradaria homens e mulheres, porém o filme se torna ação demais e mostra uma realidade americana que são esses torneios de braço de ferro. Considerando que em Las Vegas existe de tudo esse filme nos mostra um esporte diferente e bastante difundido nos Estados Unidos. Nele, temos Sylvester Stallone interpretando Sylvester Stallone.

9 Prova de Fogo

Esse filme narra um pouco da biografia de Steve Prefontaine, um atleta norte americano que foi considerado como único em seu tempo. Depois de uma grande decepção em 1972, morreu um pouco antes de comprovar sua competência nas olimpíadas de Montreal 1976. Um filme que mostra os dois lados da vida de um atleta, com seus conflitos, treinos, etc. Filme para refletir.

8.  Jerry Maguire

SHOW ME THE MONEY“, o filme e bordão que deram o Oscar à Cuba Goodin Jr. Mostram um lado diferente dos esportes, os agentes esportivos. Tom Cruise vive o papel de um profissional que se cansa das grandes empresas representantes de atletas e prega o tratamento individual mais próximo de seus representados e acaba ficando exclusivo com um atleta em final de carreira na NFL, papel de Cuba. Comédia água com açúcar, mas vale pela atuação de Goodin.

7. Karate Kid

Hollywood sabe muito bem como tratar histórias “água com açúcar” e criar mitos. A figura mitológica do Sr. Miagy, ensinando ao jovem Daniel as tradições do Caratê são uma mostra de como transformar problemas em soluções e dentro do limite da ficção, como a prática de um determinado esporte, com dedicação e foco pode trazer resultados inesperados.

6. Homens Brancos não sabem enterrar

Esse filme marcou minha adolescência e mostra o dia a dia dos jogadores de streetbasquet nos Estados Unidos. No filme, dois jogadores, um negro e um branco (Wesley Snipes e Woody Harrelson) formam uma dupla inusitada para disputar partidas de basquete. O nome do filme dá-se ao fato do jogador de Woody nunca realizar enterradas em seus lances.

5. Campo dos sonhos

Um fazendeiro ouve uma voz que lhe diz para construir um campo de baseball. Ao descobrir que o motivo da construção desse campo é o retorno de um ex jogador aos campos, que nos anos de 1920 havia sido acusado de entregar um jogo. Porém esse time todo, já não vivia mais. Parte então para a construção do campo, mesmo que isso significasse o fim de sua produção. O que ele não sabia, é o que estava por vir.

4. Bobby Jones

Esse filme entrou aqui simplesmente por ser uma biografia. Eu poderia ter escolhido Lendas da Vida um filme excelente com Matt Damon, Will Smith e Charlize Teron, porém escolhi a história de Bobby Jones, em função da história desse impecável jogador de golfe. Uma criança com sérios problemas de saúde, que vira o maior golfista de seu tempo, ao vencer o Grand Slam de golfe (os quatro grandes torneios em uma mesma temporada).

3. O Campeão

Quem tem mais de 28 anos e não chorou na cena final de “O Campeão” que atire a primeira pedra. A história do ex-campeão de boxe que abandona a bebida e volta aos Ringues com o apoio do seu pequenino filho TJ. Com direção de ninguém menos que Franco Zefirelli, esse filme é uma refilmagem de um filme de 1931.

2. Fuga para a Vitória

A história de prisioneiros de guerra que são convocados para jogar uma partida de futebol contra a equipe de futebol alemã, como forma de realizar propaganda do Nazismo. O grande mote do filme é o plano de fuga dos jogadores, liderados por Michael Caine. A sacada desse filme é a presença de Pelé, Bobby Moore, Osvaldo Ardiles e outros craques do futebol como jogadores e um jovem Sylvester Stallone como goleiro dos prisioneiros.

1. Carruagens de Fogo

O filme se passa em 1924, na preparação para os jogos olímpicos e mostra a luta de dois atletas britânicos na obtenção dos melhores resultados. Além da honra de representar sua pátria, existiam questões pessoais a ser disputada. Vencedor de quatro prêmios Oscar, esse filme emocionante imortalizou a música tema, composta por Vangelis como o hino das maratonas e competições de atletismo.

Essa lista de 10 filmes foi escolhida baseada no meu gosto pessoal por filmes e nós gostaríamos de saber as suas preferências. Não precisa ser 10 filmes, você pode colocar essa relação em seu blog linkando para esse post ou nos comentários abaixo. Participe.

Publicado em 22 setembro , 2009 por Luiz Ricardo Cobra

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Os 30 segundos finais…

Gosta de emoção nos esportes? Conheça bem o basquete. Os trinta segundos finais de uma partida de basquete pode ser muito mais emocionante que os 90 minutos de uma partida de futebol.

As regras do basquete facilitam o uso de táticas e jogadas especiais, que exigem alto grau de experiência e estudo por parte dos técnicos, além de muito treino de equipe.

Enquanto começava a escrever esse artigo, que tinha outro objetivo, me recordei de um jogo. Nesse jogo, uma semifinal de um campeonato, a equipe que era muito mais forte que a outra, ganhava com certa vantagem de 12 pontos e faltava um pouco mais de um minuto para terminar a partida e o armador da equipe, pensando na final, resolveu fazer a quinta falta para ser excluído da partida e descansar um pouco para o próximo jogo, que seria jogado no mesmo dia. Com a exclusão, aprovada pelo treinador com um olhar, o jogador foi ao banco de reservas e aguardou o final da partida. Porém o que ele do banco de reservas nos 58 segundos seguintes foi algo que ele não gostaria de ver. O time teoricamente mais fraco conseguiu incríveis três cestas de três pontos na seqüência uma da outra, em uma marcação cerrada e faltando 5 segundos a diferença no placar diminuiu para somente dois pontos e o desespero do armador da equipe, no banco de reserva era visível em seu rosto. Veio a posse de bola e o time adversário fez a última cesta, empatando a partida e levando-a para a prorrogação. Incrivelmente, aquela partida ganha, estava indo para a prorrogação e o time favorito estava sem o seu principal jogador.

Para quem não conhece basquete, o armador é a principal figura do time. Quase todas as bolas passam por ele. Nos próximos dois tempos desse jogo, o armador da equipe, viveu o amargo sabor de saber que o jogo poderia ser diferente, caso ele tivesse agido desportivamente. Esse jogador era eu mesmo.

Nesse jogo, eu realmente aprendi o que era espírito de equipe é muito mais importante do que o brilho individual na prática. Nosso time não tinha um armador reserva e a prorrogação começou massacrante. Eu fiquei realmente muito abatido com a impossibilidade de jogar e chutar umas bolas de três pontos ou infiltrar no garrafão em bandejas garantindo os dois pontos. Porém na primeira pausa que nosso técnico fez, ele pediu que eu orientasse a equipe e de supetão tive trinta longos segundos para conversar com os outros jogadores. Usei o excesso de tempo contido nesses trinta segundos finais de uma partida a meu favor e falei muito com a equipe e tivemos um fim de jogo de muita garra.

Na ânsia de ganhar o campeonato, troquei olhares com o técnico que aprovou minha quinta falta, para que não parecesse pouco caso com o outro time e acabou que perdemos uma grande vantagem e desgastamos o time ainda mais do que o necessário.

Você deve estar perguntando se ganhamos o jogo? Sim, mas perdemos a final e eu aprendi que mesmo numa competição, precisamos sempre levar a vida a sério e na esportiva.

Publicado em 18 agosto , 2009 por Luiz Ricardo Cobra

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Respira e vai!

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Publicado em 17 agosto , 2009 por Juliana Garcia Sales

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