Vôlei
TV Leva na Esportiva: Giovane Gávio
Giovane é Bicampeão Olímpico pela seleção brasleira de volei (Atenas 2004 e Barcelona 1992) tem 20 anos de uma carreira vencedora. Como técnico já conquistou o Campeonato Catarinense e é o atual Campeão Paulista.
Veja como o ídolo começou a jogar, a influência de sua irmã e o decorrer de sua carreira até virar o grande vencedor que é hoje. Se você é fã de volei, não pode perder essa entrevista exclusiva.
Como podem ver, Giovane autografou uma bola exclusivamente para o Leva na Esportiva, e vamos fazer um concurso cultural para levar essa bola para casa.
Giovane comenta sobre a bola inteligente da Penalty, nos esportes em geral, o que você acha que deveria ser inventado para garantir que o esporte seja mais correto? A resposta mais criativa e inovadora, irá levar a bola autografada pelo bicampeão e ídolo do volei mundial.
Promoção válida até dia 29/01/2010.
Ganhadora:
Carol Terra
“Acredito que a tecnologia deve ser uma arma difusora e arregimentadora de adeptos para o esporte brasileiro. As redes sociais devem ser usadas para levar informações, promover debates, incentivar públicos.”
Parabéns pela criatividade e continue acompanhando o blog!
A todos que participaram agradecemos e parabéns pela criatividade, pois todos os comentários estavam ótimos!
Abraços
Equipe Leva na Esportiva
Publicado em 14 janeiro , 2010 por Leva na Esportiva
Brasil vs. EUA, o clássico do vôlei de praia

O talento de Emanuel e Ricardo – foto: divulgação
Em setembro aconteceu o desafio Brasil x EUA, em Glendale, Arizona. Esse desafio mostrou como é equilibrada a disputa entre os maiores do vôlei de praia. O torneio terminou com leve vantagem norte-americana, 26 partidas vencidas pelos donos da casa contra 22 vitórias brasileiras. Na final masculina, deu Estados Unidos. Na final feminina, deu Brasil. Nas disputas de terceiro lugar, uma vitória para cada lado também. Ufa! Essa disputa terá novo capítulo aqui no Brasil, em 2010. Quer saber um pouco dos episódios anteriores (puxando a sardinha pro lado do Brasil, claro), e saber por que vôlei de praia é a nossa cara?

O talento de Fábio Luiz e Marcio – foto: Mauricio Kaye
O vôlei de praia é um esporte relativamente recente. Nasceu nas areias de Santa Monica na Califórnia, EUA, na década de 1920. Pouquíssimo tempo depois, em meados de 1930, começou a ser praticado em Copacabana e Ipanema, do querido Rio de Janeiro. Em ambos os países, era meramente recreativo, e muito atraente a celebridades que visitavam a costa oeste norte-americana, como os Beatles e Marilyn Monroe. Lembra o brasileiríssimo futevôlei, já citado aqui pelo Ricardo Cobra, em que profissionais do futebol, como Romário, se juntam a atores de novelas para bater uma bolinha enquanto curtem o sol carioca.

O Brasil esbanja talento. Foto: bleu
Com a visibilidade dada pelas celebridades, o vôlei de praia se espalhou pelos Estados Unidos e, em 1980, foi realizado o primeiro campeonato nacional da modalidade. O Brasil, na cola mais uma vez, fez melhor e passou a organizar campeonatos mundiais. Atletas da consagrada geração de prata migraram das quadras para a areia, e duplas norte-americanas também vieram para os campeonatos realizados na costa brasileira. O primeiro campeonato mundial foi disputado no Rio, em Ipanema, e conquistado pela dupla ‘Sinjin’ Smith e Randy Stoklos, dos Estados Unidos. A partir daí, o vôlei de praia virou um esporte reconhecido pela FIVB (Federação Internacional de Voleibol).

O talento de Talita e Maria Elisa – foto: divulgação
O Brasil, após essa fase, passou a acumular vitórias e medalhas na modalidade, alternando os triunfos com os americanos, mas, no final dos 90 e início dos 2000, uma pequena vantagem verde-e-amarela foi estabelecida. Circuitos mundiais passaram a ser sediados por vários países, e o Brasil ia a qualquer canto buscar seus títulos. O primeiro ouro olímpico para o Brasil numa modalidade feminina veio do vôlei de praia, em 1996, em Atlanta, casa deles, com a dupla Jaqueline e Sandra. E não tinha como o ouro não ser nosso, a final olímpica era brasileira, e a prata ficou com Adriana Samuel e Mônica. Tivemos outras medalhas: o ouro de Ricardo e Emanuel em 2004; as pratas de Adriana Behar e Shelda em 2000 e 2004, Zé Marco e Ricardo em 2000 e Márcio Araújo e Fabio Luiz em 2008; os bronzes de Adriana Samuel e Sandra (2000) e Ricardo e Emanuel em 2008.

O talento de Larissa e Juliana – Foto:Oliver Lang/AFP
Jaqueline e Sandra comemoram 10 anos dessa arrancada brasileira. “Conquistar o ouro não é fácil, mas acredito que a nossa vitória em Atlanta abriu um espaço muito grande para o vôlei de praia do Brasil. É questão de tempo até vir mais uma medalha”, disse Jaqueline, nas comemorações de aniversário da conquista olímpica. “O esporte se desenvolveu muito nesses dez anos. Acredito que nosso exemplo impulsionou a carreira de muitos jovens que estão brilhando hoje no vôlei de praia e que poderão trazer ainda muitas glórias para o esporte nacional”, afirma Sandra.

O talento de Maria Clara e Carol – Foto: Mauricio Kaye/MF2
Assim segue a trilha do vôlei de praia brasileiro em busca de mais vitórias, mas os EUA ainda são o nosso maior concorrente. E a briga segue equilibrada, com os americanos cheios de gana em disparar na liderança da modalidade. Os últimos ouros olímpicos – em Pequim 2008 -, tanto no feminino quanto no masculino, são deles, enquanto o desempenho brasileiro foi bem mais fraco.
E precisamos atentar a novas potências desse esporte, como Austrália, China, Áustria e Noruega (!). Mas, ainda assim, Brasil x EUA continua sendo o maior clássico do vôlei de areia mundial. E claro, você, leitor, sendo homem ou mulher, fica ligadinh@ nos talentos desse esporte, não é?

O talento das musas Leila (à esquerda) e Ana Paula – foto: divulgação
Algumas informações deste artigo têm como fonte o livro “Almanaque dos Esportes”, da Ed. Europa.
Publicado em 26 outubro , 2009 por Juliana Garcia Sales
Você sabe as diferenças entre os torneios de vôlei?

Imagens – Foto e arte de Ricardo Cobra
Desde 1992 o Brasil passou a cultivar uma paixão por um segundo esporte. Os meninos do Vôlei, comandados pelo técnico José Roberto Guimarães iniciaram uma jornada vitoriosa que culminou com a medalha de ouro nas olimpíadas de Barcelona e enfim, o país do futebol se rendera ao vôlei.
Essa nova paixão trouxe também uma série de novos torneios anuais e que acabam confundindo essa nação que estava acostumada com as partidas quadrienais da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. Liga Mundial, Grand Prix, Campeonato mundial e Copa do Mundo, passaram a ser nomes constantemente ouvidos e falados, mas nem sempre compreendidos pelos torcedores.
Tanto no masculino, como no feminino, temos três grandes competições. O Campeonato Mundial – competição mais antiga do vôlei – e a Copa do mundo são disputados a cada quatro anos e temos os torneios anuais Liga Mundial na modalidade Masculina e o Grand Prix na feminina.
A Copa do Mundo tem atualmente um objetivo bem específico e é disputado um ano antes os jogos olímpicos e facilita a jornada das três equipes classificadas, pois elimina a necessidade de disputar as classificatórias continentais (chamadas de pré-olímpico). A Copa do Mundo é sempre disputada no Japão e conta com o país sede, os nove melhores no Ranking da FIVB e mais duas equipes convidadas.
A outra competição quadrienal é o campeonato mundial. Essa é a grande competição organizada pela FIVB e surgiu para alternar com os jogos olímpicos e garantir ao vôlei o status de competição de primeiro nível. Assim como o próprio esporte, o Campeonato Mundial está sempre em constante evolução e alteração do formato de disputa. Atualmente a competição é disputada por 24 equipes em cada modalidade.
Com o crescimento do interesse do público, foram criadas mais duas competições distintas para cada uma das modalidades: A Liga Mundial e o Grand Prix.
A Liga mundial surgiu para popularizar ainda mais o vôlei e a competição mais longa, passando por todos os países participantes durante a fase classificatória, em disputa entre chaves com dois jogos de ida e dois jogos de volta. Os melhores classificados vão para as fases finais, que ocorrem em sede rotativa. Já o Grand Prix foi criado três anos depois da Liga, para ser a versão feminina da competição. O curioso do Grand Prix é a grande audiência conseguida nos países asiáticos, que fez com que algumas regras fossem bastante adaptadas para atender a esses interesses comerciais. Existe uma rotação nas cidades-sede e essas cidades não necessariamente pertencem a um dos países participantes. O Infográfico abaixo mostra um resumo das principais características desses torneios.
Ficaram dúvidas sobre os formatos da competição? Pergunte-nos através dos comentários.
Publicado em 21 agosto , 2009 por Luiz Ricardo Cobra
Como funciona: o líbero no vôlei

Imagem: Divulgação
Serginho, o melhor da Liga Mundial 2009. Pela cor da camisa, dá pra saber quem é
Líbero, etimologicamente falando significa livre. Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, líbero vem do italiano libero (séc. XIV) ‘que não tem padrão; que tem plena liberdade de ação; livre’.
Aliás, nesse mesmo dicionário, a definição de líbero contempla apenas o líbero do futebol. Pudera, o líbero é uma novidade no vôlei, estabelecida pela FIVB em 1998, com a intenção de tornar mais longas as disputas por pontos.
No vôlei, assim como no futebol, o líbero é um jogador que serve para cobrir a defesa.
Ao contrário do futebol, cuja função do líbero é apenas tática, o líbero do vôlei tem um capítulo só para ele nas regras oficiais. É o capítulo seis. O líbero do vôlei de livre não tem nada.
Em primeiro lugar, o líbero é especializado em defender e não está autorizado a efetuar ataques, como um jogador comum (que faz o rodízio das posições; ataca e defende). Ele não pode sacar, bloquear ou mesmo tentar bloquear. Ele não pode fazer toques que auxiliem o ataque se a altura da bola ultrapassar o bordo da rede. Caso entre na área de 3 metros, só pode tocar de manchete. O líbero não pode ser capitão, mas o capitão pode abrir mão da faixa para ser líbero, se necessário.
O líbero precisa usar uma camisa ou colete contrastante com o uniforme dos outros jogadores em quadra. Uma equipe pode designar até dois jogadores como líberos, um titular e um reserva (segundo as novas regras, estabelecidas em 2008, no Congresso de Dubai). E há até uma zona de troca do líbero, que só pode ser substituído quando a bola estiver fora de jogo e antes do apito para o saque. O líbero pode ser ilimitadamente substituído por outro jogador (sempre o mesmo). Mas se o técnico substituir o líbero titular pelo líbero reserva, o titular não poderá mais voltar.
Mesmo com tantas limitações, o líbero da seleção brasileira Serginho foi eleito o melhor jogador da Liga Mundial 2009. Pela primeira vez na história da Liga, um líbero é eleito como o melhor jogador. Isso é que é craque!
Publicado em 20 agosto , 2009 por Juliana Garcia Sales
- E pra quem gosta de #surf tem um post muito legal sobre a brilhante carreira de @carlosburle http://migre.me/ntXI
- Em breve vamos fazer um concurso e o prêmio será a camisa 11 do América do RJ autografada por Bebeto e Romério, Vejam http://migre.me/mFP1
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