Rugbi
Rugby: Brasil x França

Imagem: Leva na Esportiva
Começou com o Hino da França em seguida o Hino nacional invadiu o estádio e todos em uma só voz cantaram o hino brasileiro e ai se inicia o jogo, tudo é muito desconhecido para a maioria, regras, pontuação, força, tática. Mas logo percebemos a torcida empolgada, gritando e incentivando o time Brasileiro.
Logo no início do jogo as regras foram entendidas e a pontuação ganhou forma, o time da França era muito bom, mas os brasileiros jogaram com garra, vontade de vencer e fizeram bonito.
O placar de Brasil 6 X França 50 não desanimou a torcida, pelo contrário eles continuaram torcendo e aprenderam admirar esse esporte que é tão novo e desconhecido no Brasil, mas que no resto do mundo é valorizado e muito popular, considerado o terceiro maior evento esportivo visto no mundo, perde apenas para as Olimpíadas e Copa do Mundo.
No intervalo do jogo conversando com o secretário de esportes da cidade de Embu em São Paulo, Humberto Panzetti, recebemos a ótima notícia que o rugby será inserido no currículo pedagógico dos alunos do município, isso significa uma grande conquista para o esporte. Que essa postura seja copiada por mais cidades, pois introduzir esse esporte que possui valores nobres no cotidiano de nossas crianças será fundamental para o desenvolvimento de um ser humano melhor e que respeita as diversidades.
Como exemplo dessa inserção, podemos citar o projeto Rugby para Todos que no programa de rádio #02 com Mauricio Draghi falamos a importância e transformação que o esporte é capaz de fazer na vida das pessoas, principalmente das crianças.
Estamos na torcida para que em um futuro próximo possamos ver mais torcedores em um jogo de rugby, pois vale a pena vivenciar essa experiência.
Veja todas as fotos em nosso flickr.
Publicado em 3 setembro , 2009 por Leva na Esportiva
Rádio Leva na Esportiva: Maurício Draghi
Começou sua carreira no rugby em 1991 aos 14 anos de idade participou duas vezes de mundiais um na Romênia e outro na Itália. Atualmente é o capitão do vice campeão Paulista, o Pauster Athetic club e em 2001 foi eleito como o melhor atleta no torneio SPAC Lions 7’s International, tradicional torneio de Rugby nacional.
Nosso bate papo com o Maurício foi muito bom, pois conhecemos um pouco mais sobre Rubgy e seus valores. Ele falou um pouco sobre a seleção brasileira, campeonatos, desafios e conquistas.
É melhor ouvir e se divertir com essa papo descontraído.
Pode nos enviar dúvidas através dos comentários, vamos ter um enorme prazer em responde-las.
Um grande abraço!
Publicado em 19 agosto , 2009 por Leva na Esportiva
As Amazonas: força do Rúgbi brasileiro
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Imagens de Divulgação: Rafael Silva
Brasil, seleção pentacampeã sul-americana de Rúgbi feminino
Rúgbi, Rugby e até Râguebi. Já vi as três formas citadas em textos em português. Essa é uma falta de acordo linguístico que não vemos no futebol, por exemplo. Porque o futebol deixou de ser um mistério para os brasileiros há muitas décadas.
Já o Rúgbi ainda é pouco conhecido do brasileiro, apesar de ser considerado o segundo esporte mais popular do mundo. Trazido ao Brasil por Charles Miller junto com o futebol, o Rúgbi acabou tornando-se um esporte elitista (sendo praticado em universidades e poucos clubes), enquanto o futebol se popularizou.
Mas para muitas bravas mulheres, o Rúgbi já é o esporte do coração. A equipe feminina de Seven-a-side do Brasil é a atual campeã sul-americana.
Seven-a-side? Sim, Seven-a-side (ou simplesmente Sevens) é a categoria em que o Rúgbi é jogado com sete integrantes por equipe, e uma partida divide-se em dois tempos de sete minutos. O Rúgbi comumente jogado no Brasil é o Rugby Union, com 15 por equipe.
A equipe brasileira, apelidada de “As Amazonas”, ganhou o sul-americano em outras oportunidades (cinco vezes, desde a criação da Seleção em 2004), tendo melhor retrospecto que a seleção masculina. Nem por isso as meninas do Brasil conseguem muito destaque no noticiário esportivo e patrocinadores ainda buscam esportes com maior tradição.
Em artigo no “Blog do Rugby”, há o relato do grande crescimento do esporte, na categoria feminina, como fruto de iniciativas pessoais e de clubes que enxergam o potencial do esporte. “Agora que somos jogadoras de nível mundial, nós continuamos com poucos recursos”.
A solução encontrada para ir ao Mundial de Dubai (Emirados Árabes) ocorrido em março de 2009, o qual as Amazonas ganharam o direito de participar com a conquista do sul-americano, foi interessante. Fizeram um calendário com fotos sensuais para arrecadar os fundos para a viagem estimada em R$ 70 mil.

O Brasil chegou lá e ficou em décimo lugar na competição, um ótimo resultado. Mas isso é apenas o começo.
Publicado em 5 agosto , 2009 por Juliana Garcia Sales
- No próximo domingo, a cidade de São Paulo irá sediar pela primeira vez uma etapa de rua de Fórmula #Indy http://migre.me/jPW7
- E pra quem gosta de #surf tem um post muito legal sobre a brilhante carreira de @carlosburle http://migre.me/ntXI
- Em breve vamos fazer um concurso e o prêmio será a camisa 11 do América do RJ autografada por Bebeto e Romério, Vejam http://migre.me/mFP1











