Entrevistas
Pedrovisky – um flamenguista
Leva na Esportiva: Primeiro me diga quem é você
Sou Pedro Araujo, também conhecido como Pedrovisky, tenho um quarto de século recém completado, no momento trabalho com publicidade, sou Flamengo, tenho um violão, mas nunca tive um Fusca, nem minha nega se chama Tereza.

LnE: E onde nasceu o Pedro Flamenguista?
Foi uma coisa meio natural. A família toda já era flamenguista e o Flamengo era o time que estava ganhando títulos na época. E não me arrependo nem um pouco da escolha. Uma vez Flamengo, sempre Flamengo
LnE: E como é torcer para o Flamengo, morando em São Paulo? Como você acompanha?
PA: Não é fácil. E nem vou reclamar de bairrismo. São Paulo também tem clubes fortes e tradicionais. Por isso, aqui jamais será como as regiões Nordeste ou Centro-Oeste, onde praticamente sempre os jogos transmitidos na TV são do Flamengo, mesmo que tenham outros ao mesmo tempo, inclusive de times locais. Assim que cheguei em São Paulo, a TV a cabo era a salvação e passava diversos jogos do Mengão. Até que o pay-per-view começou a ganhar força, e então deixaram de transmitir jogos de fora de São Paulo, para passar o mesmo jogo da TV aberta ou VT de algo antigo só pra forçar a compra dos jogos. Mas não está nos meus planos comprar um pacote de PPV e vou me virando com sites de streaming de vídeo, rádio online e narração em textos nos portais ou até mesmo via twitter. De vez em quando, em alguns finais de semana, vou a um bar onde vários torcedores do Flamengo que moram em São Paulo se reúnem para assistir aos jogos num telão.
LnE: Sua namorada se converteu de Alvinegra para Rubro Negra. Como você fez isso? Conta o segredo para os leitores.
PA: Minha namorada nunca teve um time pelo qual ela torcesse. Ela simpatizava com o Botafogo. Hoje ela simpatiza com o Botafogo, mas torce mesmo é pelo Flamengo. Creio eu que minha participação nisso foi pequena. Aposto que na verdade ela se cansou de ser sempre vice, e ao me ver sempre comemorando mais um título, resolveu passar logo pro lado do time tricampeão estadual em cima da estrela solitária.
LnE: Qual o Flamengo dos seus sonhos? E o melhor time que você viu jogar?
PA: 1- Julio Cesar
2- Leandro
3- Fabio Luciano
4- Gamarra
5- Maldonado
6- Junior (C)
7- Petkovic
8- Ibson
9- Bebeto
10- Zico
11- Romário
Mesmo que aos olhos dos mais críticos isso possa não parecer verdade, do que eu vi e posso falar, o Flamengo de 2007 pra cá é praticamente o mesmo time e o melhor que tenho visto em campo. Jogando pra frente, partindo pra cima do adversário, com uma base de jogadores que muda bem menos que antigamente e o mais importante: ganhando títulos.
LnE: Qual seu jogo inesquecível?
PA: Sem dúvida, foi o Flamengo e Grêmio pela última rodada do Brasileirão 2009. Quando todos os ingressos já estavam esgotados, recebi um de presente da patrocinadora do clube. Não pensei duas vezes, fui e voltei de ônibus no mesmo dia. E na minha primeira ida ao Maracanã, na primeira vez que assisti a um jogo Flamengo num estádio, eu fui, sofri, vi, gritei, venci, comemorei. E cara, é o Maraca, é o Flamengo, é um Brasileiro. Jamais esquecerei.
LnE: Vamos ser polêmicos. E a taça de bolinhas? Ela é realmente importante ou é só jogo político entre a CBF e os clubes?
PA: A opinião a seguir, seria a mesma sendo eu flamenguista ou não. Infelizmente a Taça de Bolinhas virou uma grande palhaçada. Por mim a taça deveria ser entregue ao Flamengo. Apenas CBF e Sport não reconhecem o Flamengo como campeão de 87. Mas o presidente da CBF e até a FIFA, dizem que sim. O próprio São Paulo dizia que o Flamengo era o campeão do torneio que ele mesmo ajudou a criar, mas decidiu mudar de idéia em interesse próprio. E atualmente, a própria CBF usa a tal taça para jogo político. Hoje, o meu desejo é que a Taça de Bolinhas tenha o mesmo fim que a Taça Jules Rimet.
LnE: E a Copa do Mundo? O que você espera dessa Copa?
PA: Confesso que estou com um pouco de receio de que essa Copa será fraca. Primeiro que os grupos da primeira fase, não terão grandes confrontos e dá pra chutar com poucas chances de erro quem serão os 16 times classificados para as oitavas. Segundo, o fato de que todas as grandes seleções não aparentam estar nos seus melhores dias. O Brasil ganhou tudo que disputou nos últimos anos: Copa América, Copa das Confederações e Eliminatórias. Venceu, mas não convenceu. Das demais tidas como favoritas, a Espanha, atual campeã da Eurocopa, sai na frente em quase todos os palpites e casas de apostas, mas ela também sempre figurou em listas anteriores, e sempre decepcionou, fica difícil não acreditar nela também. Inglaterra é outra que sempre aparece com timaços e não vai muito longe. Das demais, Argentina também não vem em boa fase. A França, finalista em 2006, fez péssima campanha e só vai a Copa graças a um gol irregular numa repescagem. A Itália, atual campeã, sobrou nas Eliminatórias, mas seu grupo era muito fraco e na Eurocopa não passou das quartas-de-final. Tomara que eu esteja errado e que essa seja uma grande Copa!
LnE: Quais seus 11 titulares, técnico Pedrovisky ?
PA: 1- Julio Cesar (C)
2- Maicon
3- Thiago Silva
4- Juan
5- Elano
6- Kleber
7- Diego Souza
8- Ibson
9- Luis Fabiano
10- Kaká
11- Adriano
De fato, não é uma grande seleção, mas como disse anteriormente, nenhum jogador no mundo está em fase excepcional, tirando o Messi. A safra está fraca.
LnE: LnE: E aí? Tem figurinhas para trocarmos?
PA: Tenho, mas só troco brilhante por brilhante!
LnE: O que leva um monte de marmanjo barbado como nós a colecionar figurinhas da Copa?
PA: Muitos motivos. Primeiro a paixão pelo futebol. E essa paixão aumenta ainda mais em épocas de Copa do Mundo. Sem contar que isso nos leva de volta aos tempos de criança, ao prazer de abrir um pacotinho e se deliciar ao encontrar uma figurinha nova, se empolgar ao tirar o craque do momento, se decepcionar quando sai uma repetida. O bom é que dessa vez nós mesmos temos dinheiro pra comprar nossas figurinhas. Duro é ficar sem tempo pra colá-las no álbum.
LnE: Quais outros esportes, além do futebol você gosta?
PA: CURLING! Ok, não é só curling. Gosto de vôlei, tênis, sinuca e futebol de botão. Esportes estes que já fui praticante assíduo. Mas minha perdição mesmo são os anos de Olimpíadas, que sempre passo boas horas do dia assistindo a provas de atletismo, natação, judô, ginástica e hipismo, pra ficar só nos que mais acompanho.
LnE: Pratica algum?
PA: Atualmente jogo tênis e futebol society uma vez por semana.
LnE: Você como leitor do blog e ouvinte da Rádio Leva na Esportiva, sabe qual a última pergunta que eu sempre faço, “para você, o que é Levar a vida na Esportiva” ?

PA: Levar na Esportiva, é saber aproveitar o lado bom da vida, nos bons momentos, mas também nos piores. Levar na Esportiva é se divertir com pouco. Levar na Esportiva é fazer de tudo pra que lá na hora do apito final, a gente tenha se divertido muito na jornada.
Publicado em 27 abril , 2010 por Luiz Ricardo Cobra
Jeff Paiva um caso de amor com o Atlético-MG
Sabe quando você já ouviu falar muito de alguém que parece que você já o conhece? Pois é, até fevereiro de 2007, Jeff Paiva para mim era um grande velho amigo que eu não conhecia. Eis que então o conheci na primeira Edição de Campus Party e hoje esse torcedor do Galo Mineiro é um grande velho amigo. Então, pedi que ele conte para nós um pouco da sua experiência como torcedor do Atlético Mineiro.
Leva na Esportiva: Curitibano, criado em Belo Horizonte, morando desde sempre em São Paulo. Qual é a dessa mistura? Um Atleticano que usa camisa do Coritiba?
Jeff Paiva: Um atleticano doente por parte de pai… ele é tão atleticano que, quando morou em Salvador, torcia para o Atlético de Lagoinha, pra manter a tradição.
Lne: Qual primeiro jogo que você assistiu no estádio? Como você faz hoje em dia?
JP: Um Atle-Tiba, no antigo Caldeirão da Baixada, o estádio do Atético-PR. Assisti na primeira fileira, colado no alambrado, com meu pai contando quem era quem e dizendo que nosso Atlético de verdade era parecido, mas ao invés de vermelho e preto era preto e branco.
Lne: Um passarinho me contou que você não gosta de futebol, que você gosta é de feijão tropeiro e que o melhor do mundo é o do Mineirão, verdade que você só vai ao estádio em BH para comer um tropeiro?
JP: Verdade! Em dia de jogo do Galo no Mineirão nem almoço. Vou direto pro estádio, tipo umas 15h, pra comer o melhor rango de estádio do mundo!
Lne: Hoje você é publicitário, mas você já foi jornalista esportivo. Tênis, Copa do mundo, Basquete e o que mais você cobriu e por onde?
JP: Cobri vôlei e futsal para a Rádio Alvorada, de BH (inclusive a histórica final do Nacional de Futsal de 1999, recorde mundial de público na modalidade – e que o Galo ganhou!). Em São Paulo cobri esportes olímpicos pelo UOL, o que me levou a competições de vela, basquete, vôlei, futsal e até badminton!
Lne: E trabalhar para a FIFA (para quem não sabe, ele me deve um boné da FIFA), é especial como parece para nós pobres torcedores?
JP: É muito especial. Uma oportunidade única de conhecer o mundo do futebol em todos os seus detalhes – que vão muito mais fundo do que Copa do Mundo e Mundial interclubes. A preocupação da FIFA em levar o futebol a todos os cantos do mundo, dar oportunidade de educação e diversão a comunidades carentes é recompensador. Fora a chance de conhecer os ídolos de todos os tempos. Em uma das minhas idas para a sede da FIFA viajei ao lado do ex-técnico da Argentina, Cesar Luis Menotti. Em outra oportunidade joguei soçaite (lá eles chamam de “5 a side” – cinco de cada lado) ao lado de Franz Beckenbauer.
Lne: De 1 a 11, qual o Galo dos sonhos?
JP: Kafunga (João Leite), Nelinho, Dedê, Luizinho e Zé do Monte; Gilberto Silva, Guará e Cerezo; Dadá Maravilha, Reinaldo e Éder.
Lne: A rivalidade de antigamente entre os times das grandes capitais, se tornou hoje em dia em guerra urbana.É raro termos clássicos sem confusão aqui no Brasil. Na sua opinião, de onde vêm esse sentimento de ódio? Tendo vivido uma copa do mundo in loco, isso te preocuparia para 2014?
JP: Para 2014 não, pois a rivalidade entre seleções não tem a mesma força aqui que as rivalidades entre torcidas. Me preocupa mais o jogo político por trás das sedes e do dinheiro que vai circular – e o tráfico de influência para que se escolha o Beira-Rio e não o Olímpico, a Toca da Raposa ao invés da Cidade do Galo…
Lne: Na lata, que leva a copa da África? Porque?
JP: Brasil. Apesar do que falam – e eu mesmo tenho culpa neste cartório – o Dunga armou um time efetivo. Joga feio quando precisa, brilha quando dão chance.
Lne: Ronaldinho Gaucho ? Deve ir para a Copa? Entre os selecionáveis quem você levaria e quem você deixaria?
JP: Não levaria o R. Gaúcho no momento atual. Como reserva do Kaká acho o Diego mais efetivo. Mas levaria o Neymar, nem que seja pra entrar 10min na final. Este moleque é uma promessa muito mais concreta do que várias que vimos antes e nada melhor pra amadurecer o moleque que o ambiente da seleção em uma Copa do Mundo.
Lne: Não perguntei lá em cima, mas quais seus ídolos no futebol?
JP: João Leite, Sepp Maier, Lev Yashin e Michel Preud’Homme. Todos goleiros, com incrível visão de jogo e segurança na área.
Lne: Pratica algum esporte com frequência? Quais?
JP: Hoje em dia jogo muito menos futebol do que antigamente – apesar de, como goleiro, poder jogar sempre que chego em peladas e soçaites da vida. Tenho jogado tênis e Wii (conta?)
Lne: Você morou na Inglaterra em 2009, o que você viu de esportes por lá? Qual o esporte nacional? O que se pratica informalmente por lá?
JP: É um mundo todo à parte. o esporte nacional, ao lado do futebol – e o superando, muitas vezes – é o cricket. A rivalidade Inglaterra-Austrália é enorme e há uma disputa específica entre eles, The Ashes, que envolve o país. O Rúgbi também é imensamente popular no Reino Unido, principalmente no interior. Nos parques você vê a molecada jogando com a bola oval no verão – e muita patinação e esportes de inverno nos meses frios. Na Escócia o curling é mania nacional!
Lne: Conta como é namorar uma torcedora do time rival ? (a namorada do Jeff é Palmeirense, e o Palmeiras tem as mesmas origens do clube azul de Mínas Gerais – e o nome do time foi suprimido em respeito ao entrevistado)
JP: Na verdade nem é rival, pois apesar de terem as mesmas origens palestrinas e italianas, o Palmeiras e o Atlético-MG são clubes irmãos. Quando tem Palmeiras x Galo no Palestra as torcidas ficam juntas antes do jogo. As Smurfettes azuis têm este tipo de acordo aqui com o Corinthians, por incrível que pareça.
Lne: Você como leitor do blog e ouvinte da Rádio Leva na Esportiva, sabe qual a última pergunta que eu sempre faço, “para você, o que é Levar a vida na Esportiva” ?
JP: É ter a concentração e o foco de um profissional, mas não se esquecer de se divertir neste meio tempo, como uma criança chutando a bola no campinho atrás de casa.
Publicado em 20 abril , 2010 por Luiz Ricardo Cobra
Entrevista com zagueiro Marvila Félix
O zagueiro Marvila Félix foi campeão brasileiro pelo Botafogo em 1995, e já jogou em Portugal, em Minas, no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e hoje joga no Amazonas.
1 – Conta pra gente como foi fazer parte do time irresistível do Botafogo de 95, com o artilheiro Túlio Maravilha.
Marvila Félix: Foi uma satisfação e ao mesmo tempo um aprendizado, pois fazer parte de um elenco recheado de jogadores de nível de seleção me ajudou muito no meu inicio de carreira. E contar com o Túlio fazendo gols de todos os jeitos melhor ainda. Na minha posição Gottardo e Gonçalves, Beto (subimos juntos), Sérgio Manuel, André Silva e Moisés da base, e o melhor ataque do Brasil na época, Donizete e Túlio Maravilha.
2 – Como foi sua experiência no exterior? O que você aprendeu como profissional e como ser humano?
Marvila Félix:Foi uma experiência valida, pois o futebol português é muito competitivo, muito rígido profissionalmente em termos de horários e treinos. A adaptação aconteceu naturalmente, pois o foco estava sempre em realizar bons jogos, isso porque o estrangeiro tem que ser diferenciado no trato com a bola, então não vale à pena. E saber lidar com outra cultura se inserindo naturalmente.
3 – E suas experiências pelo interior do Brasil?
Marvila Félix: Gratificante, o atleta tem que estar preparado para as oportunidades aonde ela surgir. Fora dos grandes centros a paixão do torcedor parece maior em virtude de poucas opções de entretenimento em suas cidades, com isso a cobrança por bons resultados é muito grande. Jogar em time pequeno quase sempre representa uma cidade, um vilarejo. Mexe com o orgulho bairrista de ser nascido e criado no local.
4 – Estamos vendo uma evasão muito grande de jovens jogadores para a Europa e para a Ásia. O que você acha dessa situação e que dica daria a quem está começando?
Marvila Félix: Com o fim da lei do passe isso esta acontecendo com mais frequência, hoje o que segura o atleta é o tempo de duração do seu contrato. E o clube com receio de assinar por 3, 4anos ou mais, fica com medo de que não seja um atleta promissor. Assim, vão buscar novos horizontes quase sempre com sucesso. A dica é a de sempre: trabalho, dedicação e honestidade. Se for vinculado em time grande, é valido ser emprestado para ganhar experiência e ser aproveitado novamente, mais maduro e rodado.
5 – Você acha que hoje em dia há muita dificuldade em distinguir uma boa proposta, um bom contrato de uma ‘fria’?
Marvila Félix: Hoje em dia muito mais fácil, com o auxilio da internet vc pode saber como é o clube, a cidade, a moeda local, a forma da competição e etc. Mas, nada mais garantido do que uma boa conversa e por tudo preto no branco.
6 – Sabemos que existem muitos casos de jogadores que foram prejudicados por má fé do seu empresário ou procurador. Que cuidados um jogador deve ter ao contratar um empresário?
Marvila Félix: Que seja uma pessoa que esclareça bem as coisas para o atleta, que as duas partes acertem os valores e coloquem no papel para não haver problemas. Vale lembrar que existem atletas que agem de má fé com seus procuradores, no final do mês quem recebe é o atleta, no final do contrato tem que repassar a porcentagem do procurador, assim sendo, muitos somem e não o fazem. Vi um caso no Vietnã, não citarei nomes, mas o empresário acertou um contrato de 10 meses com salário de 10 mil dólares para o atleta, sendo que 3 mil de cada mês seria do empresário. No final teria que passar 30 mil dólares para o empresário. O atleta desapareceu.
7 – Qual é sua relação hoje com o mundo do futebol?
Marvila Félix: Quando criança somos apaixonados, fui para o Botafogo por ser botafoguense, por amor a camisa.Cresci lá dentro. Já no juniores vc vê cada coisa que faz perder a magia, assim tudo fica estritamente profissional, como é hoje. Mas quando se entra em campo vestindo o uniforme em jogo oficial, esquece-se de tudo e o prazer, a paixão e a honra vem em primeiro lugar.
8 – Pra você, o que é levar a vida na esportiva?
Marvila Félix: É saber se reerguer após uma adversidade, é se acostumar a vencer, saber contornar uma situação complicada com sutileza. Estar preparado para os bons e maus resultados. E saber que uma boa semana de treinos pode curar muita sequelas deixadas por resultados anteriores, não só das derrotas, uma vitória fácil e elástica pode esconder e camuflar erros da equipe.
Abs.
Equipe Leva na Esportiva
Publicado em 24 fevereiro , 2010 por Leva na Esportiva
- Que bom que gostou da nova camisa do vasco @jeanlmoraes, pode ganhar ingresso pra ver a estréia dela de perto http://migre.me/118hE
- Se quiser presentear alguém pode tentar ganhar outros aqui http://migre.me/118hE RT @leonardogomez Ingresso para Vasco e Flamengo na mao!!!!
- RT @viniciusmateusl: parabens ao clube e a Penalty pela nova camisa do Vasco. Que ela dê sorte ao time contra o Flamengo domingo! valeu!












