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	<title>Leva na Esportiva - Entrevistas, podcasts e diversão. &#187; automobilismo</title>
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	<description>Entrevistas, podcasts e diversão. No blog 2.0 da Penalty, você encontra sobre todos os tipos de esportes! Confira!</description>
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		<title>Indianápolis &#8211; a prova mais lendária do automobilismo</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 14:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Ricardo Cobra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/05/indy500.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1753" title="indy500" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/05/indy500.jpg" alt="" /></a>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/bigtallguy/129985618/" target="_blank">bigtallguy</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/bigtallguy/129985618/" target="_blank"><br />
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<p style="text-align: justify;">Para os fãs do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Automobilismo" target="_blank">automobilismo</a>, Maio é o grande mês das provas tradicionais. Enquanto [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/05/indy500.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1753" title="indy500" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/05/indy500.jpg" alt="" /></a>Crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/bigtallguy/129985618/" target="_blank">bigtallguy</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.flickr.com/photos/bigtallguy/129985618/" target="_blank"><br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;">Para os fãs do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Automobilismo" target="_blank">automobilismo</a>, Maio é o grande mês das provas tradicionais. Enquanto na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3rmula_1">Fórmula 1</a> temos a tradicional <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Pr%C3%AAmio_de_M%C3%B4naco" target="_blank">corrida de Mônaco</a>, nos Estados Unidos temos a mais tradicional de todas as corridas de Fórmula &#8211; a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/500_Milhas_de_Indian%C3%A1polis" target="_self">Indy 500</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Disputada no último domingo de maio, a Indianápolis 500 começa a ser disputada na metade do mês, quando os novatos da IRL (que já foi Indy e já foi Cart) chegam à Indianápolis e realizam testes, treinos e recebem as orientações sobre a prova que teve sua primeira edição em 1911.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010, na 94a. edição da corrida, são 40 carros inscritos e esses carros disputarão uma das  33 posições no <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Grid_de_largada" target="_blank">grid de largada</a>. Diferente do que estamos acostumados no automobilismo, o grid de largada em Indianápolis é definido de uma forma particular. No <strong>Pole Day</strong> (que em 2010 será disputado no dia 22 de maio) são definidas as 11 primeiras posições do Grid. No dia seguinte, normalmente é disputado o <strong>Bump Day</strong> e as posições de 12 &#8211; 22 no grid são definidas, independentemente dos tempos obtidos pelos pilotos no treino anterior e finalmente no terceiro dia de treino são definidas as últimas posições do grid.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sexta-feira anterior à corrida, acontece o <strong>Carb Day (carburetion day)</strong>, quando os 33 pilotos do grid tem a última possibilidade de acertar os carros para essa prova de 805 km (500 milhas), sem a preocupação de ajustes mecânicos para atingir as mais altas velocidades de treino e assim conseguir os melhores ajustes para que seus carros suportem as quase 4 horas de prova.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Brasileiros na Indy 500</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Impossível não começar a falar dos brasileiros sem citar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Emerson_Fittipaldi" target="_blank">Emerson Fittipaldi</a>, que retornou de uma breve aposentadoria das pistas, assumindo o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cockpit" target="_blank">cockpit</a> de um fórmula Indy, até então completamente desconhecido no Brasil e em 1989 pela primeira vez a bandeira verde e amarelo subiu ao ponto mais alto do pódio, feito repetido em 1993.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ano antes, foi a vez de outro campeão de Fórmula 1 tentar a sorte em Indianápolis, porém sem muita sorte. Durante os treinos,  o Menardi pilotado por Nelson Piquet se encontrou com o muro da lendária pista.  Nesse acidente, Piquet teve graves lesões nos membros inferiores e por muito tempo não voltou às pistas.</p>
<p style="text-align: justify;">E eis que chega o século XXI e uma nova geração de pilotos brasileiros invadem os Estados Unidos e capitaneados por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9lio_Castroneves" target="_blank">Helio Castro Neves</a> trazem mais 4 troféus para o Brasil. Em 2001 e 2002, Helio vence as provas e recebe o apelido de &#8220;Homem Aranha&#8221; pelo hábito de comemorar as vitórias subindo no alambrado da pista. No ano seguinte, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gil_de_ferran" target="_blank">Gil deFerran</a> vence e a prova em seu ano de despedida das pistas.  Até que em 2009, Castro Neves vence a prova mais uma vez e coloca o Brasil como principal vencedor da prova no século XXI.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tradições</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A prova é tão disputada que existem várias peculiaridades. Todo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rookie" target="_blank">Rookie </a>(novato) pilota com uma indicação na traseira de seu carro, indicando que o piloto está estreando na prova. Nas 93 edições anteriores, apenas 8 rookies venceram a prova &#8211; Hélio Castro Neves foi o último a conquistar essa façanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do milhão de dólares da premiação ao vencedor, existem prêmios para cada uma das voltas, oferecidos por patrocinadores.</p>
<p style="text-align: justify;">O vencedor da prova, não estoura uma garrafa de champagne e sim bebe um gole de leite, em uma homenagem à principal fonte de renda do estado de Indiana.</p>
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		<title>Foi em um domingo</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 17:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Ricardo Cobra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/03/senna.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1614" title="senna" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/03/senna.jpg" alt="" width="478" height="297" /></a></p>
<p>Crédito da imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/gabriele/46502612/" target="_blank">Gabrielle</a></p>
<p>Ciquenta anos atrás nascia, curiosamente em uma segunda feira dia 21 de março um dos maiores ídolos brasileiros &#8211; Ayrton [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/03/senna.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1614" title="senna" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/03/senna.jpg" alt="" width="478" height="297" /></a></p>
<p>Crédito da imagem: <a href="http://www.flickr.com/photos/gabriele/46502612/" target="_blank">Gabrielle</a></p>
<p>Ciquenta anos atrás nascia, curiosamente em uma segunda feira dia 21 de março um dos maiores ídolos brasileiros &#8211; Ayrton Senna da Silva Curiosamente esse aniversário tão marcante caiu em um domingo que marcou tanto a vida desse brasileiro.</p>
<p><strong>Foi em um domingo</strong> que Ayrton estreou na Fórmula 1, quatro dias após seu 24º aniversário no autódromo de Jacarepaguá. Com um carro novo e fraco, com apenas oito voltas o compressor do turbo desse do Toleman não agüentou a principal característica desse jovem piloto e sucumbiu. Porém, naquele domingo Senna já dava uma mostra de que não estava ali para ser mais um. Largando em 16º (em 25 carros), nessas oito voltas que esteve na desconhecida pista, atingiu a nona colocação.</p>
<p><strong>Foi em um domingo</strong> que Ayrton realmente mostrou à que veio. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=INmLpbTdejM" target="_blank">No principado aonde posteriormente viria a ser coroado Rei</a>, em um dia de chuva torrencial o jovem piloto que disputava seu 6º grande prêmio ignorou as limitações climáticas, condições impraticáveis da pista, a experiência de seus competidores e volta a volta, curva a curva até que na volta trinta e dois na linha de chegada ultrapassou o francês Alain Prost para assumir a ponta. Porém o diretor de prova encerrou a corrida por “faltas de condições meteorológicas” e o resultado válido era o da volta anterior e Senna tinha seu primeiro pódio.</p>
<p><strong>Foi em um domingo</strong> que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=wO4yOK0WvQg" target="_blank">Ayrton venceu seu primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1</a>, em Portugal em 1985. Ayrton vestia o carro mais bonito da história da F1 e essa vitória, faria Sir Colin Chapman muito orgulhoso do talentoso piloto. A comemoração dessa vitória, típica de um brasileiro rendeu inclusive comentários de locutores ingleses “parece que Senna foi campeão mundial de tanto que comemora, nunca vi tanta emoção atrás de um capacete”. Coincidentemente era dia 21 de abril e vimos a bandeira brasileira tremular dentro do cockpit preto e dourado da Lotus.</p>
<p><strong>Foi em um domingo</strong> que <a href="http://www.youtube.com/watch?v=fkuZP3LPefY" target="_blank">gritamos &#8220;é campeão&#8221; juntos pela primeira vez</a>. A corrida era em Suzuka, no Japão, mas não estava chovendo. Não chovia, porém o carro ficou parado no grid e como já demonstrara diversas vezes Ayrton saia da Pole Position para a 14ª posição. Foram necessárias 27 voltas para que o piloto encontrasse e ultrapasse novamente Alain Prost para assumir a liderança e conquistar o título. Nesse dia o Brasil vestiu-se de verde e amarelo sem que fosse Copa do Mundo.</p>
<p><strong>Foi em um domingo</strong> que o B<a href="http://www.youtube.com/watch?v=XOSiyv-X348" target="_blank">rasil viu pela primeira vez seu campeão vencer uma corrida aqui</a>. Interlagos viu uma das corridas mais dramáticas. O melhor carro sucumbiu ao calor de São Paulo e com quatro marchas quebradas no carro, Senna conseguia a sua obsessão: vencer uma corrida em casa, parando seu carro na reta oposta e comemorando com o público. Sim, choveu naquele dia.</p>
<p><strong>Foi em um domingo</strong> que vimos a sua última vitória. Foi longe daqui, como a de 1988 no Japão. Na Austrália, o único país presente no calendário da Fórmula 1 de 1993, que nunca tinha visto vitória de Ayrton. Foi nesse domingo também que Tina Turner cantou para uma multidão <em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XJzll39HljA" target="_blank">“the Best, you’re simply the Best</a>”</em>.</p>
<p><strong>Foi em um domingo</strong> que choramos a sua morte.</p>
<p>No último dia 21 ele completaria 50 anos. Fica aqui a singela homenagem a um dos maiores ídolos do esporte Ayrton Senna do Brasil e isso, <strong>foi em um domingo</strong>.</p>
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		<title>IndyCar Series chega à São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 15:25:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Ricardo Cobra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/02/SP_Indy_300_Release.gif"><img class="size-full wp-image-1418 aligncenter" title="SP_Indy_300_Release" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/02/SP_Indy_300_Release.gif" alt="" width="262" height="288" /></a></p>
<p>Imagem &#8211; Divulgação</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias 13 e 14 de março, a cidade de São Paulo receberá a primeira etapa da temporada 2010 [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/02/SP_Indy_300_Release.gif"><img class="size-full wp-image-1418 aligncenter" title="SP_Indy_300_Release" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/02/SP_Indy_300_Release.gif" alt="" width="262" height="288" /></a></p>
<p>Imagem &#8211; Divulgação</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias 13 e 14 de março, a cidade de São Paulo receberá a primeira etapa da temporada 2010 da IndyCar Series. É a primeira vez que a cidade recebe uma prova da categoria e também a primeira vez que uma competição internacional de automobilismo será disputada em um circuito de rua.<br />
A <a href="http://saopauloindy300.com.br/" target="_blank">São Paulo Indy 300</a> será disputada, se tudo correr como o esperado até o ano de 2014 e segundo informações iniciais da prefeitura da cidade, em locais diferentes, sempre em circuitos de rua.<br />
A corrida de 2010 será disputado em um circuito a ser montado na zona norte da cidade, e utilizará o Sambódromo, o estacionamento o Pavilhão de Exposições do Anhembi e a Marginal Tietê como partes do circuito, conforme mostra a imagem oficial da organização do evento.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Circuito_indy300_SPaulo_2010.jpg"><img class="size-full wp-image-1414 aligncenter" title="Circuito_indy300_SPaulo_2010" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Circuito_indy300_SPaulo_2010.jpg" alt="" width="401" height="182" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Circuito foi concebido por Tony Cotman, atualmente um dos mais renomados designers de autódromos. Coube à Tony a escolha do local, entre sete opções fornecidas pela prefeitura de São Paulo e o Complexo Anhembi foi fator decisivo para a escolha, uma vez que a o tempo de preparação é extremamente curto. O traçado é extremamente veloz e garantirá a emoção das ultrapassagens no final das duas retas. Além disso, o circuito terá 11 curvas de alta e de baixa velocidade, garantindo assim as dificuldades para os pilotos controlarem seus carros.</p>
<p style="text-align: justify;">Falando em pilotos, eles serão um show a parte. <a href="http://www.danicaracing.com/" target="_blank">Danica Patrick</a>, <a href="http://www.franchitti.com/" target="_blank">Dario Franchitti</a>, <a href="http://www.paultracy.com/" target="_blank">Paul Tracy </a>e o brasileiros <a href="http://heliocastroneves.com/" target="_blank">Hélio Castro Neves</a>, <a href="http://www.tonykanaan.com.br/" target="_blank">Tony Kanaan</a>, <a href="http://twitter.com/MarioMoraesindy" target="_blank">Mario Morais</a>, <a href="http://www.raphamatos.com/rafa/index.php" target="_blank">Raphael Matos</a> e Vitor Meira são grandes nomes do automobilismo internacional e farão de tudo para vencer a primeira prova disputada em circuito de rua na América Latina.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil já sediou anteriormente uma prova da Cart (entidade que regia a Fórmula Indy), porém no autódromo de Jacarepaguá, no Circuito Oval Emerson Fittipaldi em 1996. Essa prova aconteceu também no mês de março e foi vencida pelo Brasileiro André Ribeiro. A prova foi disputada no Brasil até o ano 2000.<br />
Entre as curiosidades que envolvem a prova de IndyCar Series em São Paulo, estão as 300 toneladas de material que viajarão de Indianápolis para o aeroporto de Viracopos em dois Boeings 747-400. O volume transportado é tão grande, que impossibilitam a armazenagem no próprio aeroporto. Um comboio de 35 caminhões será responsável pelo transporte desse equipamento para o Sambódromo.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande preocupação que ronda a prova são as chuvas que assolam a cidade de São Paulo durante o verão. Como diz a letra de Tom Jobim, as Águas de Março, que fecham o verão costumam deixar a região onde ocorrerá a prova intransitável. Esse pode ser mais um fator de emoção para a prova.</p>
<p style="text-align: justify;">Os ingressos já estão a venda no site oficial da organização do evento e na Bilheteria Oficial da prova, localizada no Morumbi Shopping, de segunda-feira à sábado, das 12h às 20h, domingos e feriados das 14h às 20h, custando de R$ 100,00 a R$ 500,00. Os ingressos são válidos para os dois dias de evento.</p>
<p style="text-align: justify;">Dê uma volta virtual no traçado da corrida no vídeo desenvolvido pela organização da prova.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/5n2rOoYgowg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/5n2rOoYgowg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=5n2rOoYgowg" target="_blank">Link do vídeo</a></p>
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		<title>Piloto(a)</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 22:20:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Garcia Sales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1178" title="hellenice1" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/12/hellenice1.jpeg" alt="hellenice1" width="493" height="328" /></p>
<p><em>A pioneira Hellé Nice</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hell%C3%A9_Nice">Hellé Nice</a>, francesa nascida em 1900, foi desbravar Paris aos 16 anos e se tornou dançarina. Ficou famosa e rica [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1178" title="hellenice1" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/12/hellenice1.jpeg" alt="hellenice1" width="493" height="328" /></p>
<p><em>A pioneira Hellé Nice</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hell%C3%A9_Nice">Hellé Nice</a>, francesa nascida em 1900, foi desbravar Paris aos 16 anos e se tornou dançarina. Ficou famosa e rica dançando em cabarés de toda a Europa, a ponto de ter seu próprio iate.</p>
<p style="text-align: justify;">Paris nos anos 20 era a mais efervescente capital do mundo, influenciava em tudo, em arte, moda, comportamento, política. A indústria automobilística também estava lá, com competições para demonstrar seus avanços tecnológicos. Hellé Nice, agitada, atlética e com amigos industriais, gostou da ideia de pilotar automóveis. Ela gostava de esquiar na neve também. Esquiando, caiu e fraturou o joelho, encerrando, assim, sua carreira de dançarina e iniciando, em 1929, a de piloto automobilístico.</p>
<p style="text-align: justify;">À época, venceu uma competição para mulheres e foi chamada para exibições nos EUA. De volta à França, Nice passou a pilotar contra homens nos Grandes Prêmios em seu Bugatti azul brilhante. E explorava sua feminilidade, posando como bela e frágil flor contra os brutamontes ases. E sua fama correu o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1936, Hellé Nice esteve no Brasil para correr o Grande Prêmio de São Paulo. Estava em segundo lugar, atrás do campeão brasileiro Manuel de Teffé, quando (não se sabe bem se foi por causa de um soldado atravessando a pista ou de um objeto jogado) perdeu o controle do seu bólido a 160 km/h. O carro voou sobre a plateia, matou quatro e deixou dezenas de feridos. Hellé Nice caiu sobre um soldado, que morreu com o impacto. Ela mesma foi considerada morta, mas acordou depois de três dias em coma, o que causou grande comoção na imprensa brasileira. Talvez por esse fato marcante, <strong>haja tantas mulheres com o nome de Helenice no Brasil</strong>. <img src='http://www.levanaesportiva.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">Certamente, Hellé Nice não inspirou apenas nomes de bebês, mas outras mulheres que gostam de carros e da competição. Aposto que a primeira que vem à mente é a corredora da Fórmula Indy Danica Patrick, que conta com ampla divulgação na mídia esportiva, pelo seu grande desempenho nas pistas e como modelo fotográfico. Mas temos muitas outras pilotos a citar. Como <strong>Maria Thereza de Filippis, Lella Lombardi, Divina Galica, Desiré Wilson, a esquentada Giovanna Amati, Sarah Fisher, Katherine Legge</strong>, entre outras.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1182" title="debora" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/12/debora.jpg" alt="debora" width="252" height="377" /></p>
<p><em>Débora Rodrigues</em></p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, as primeiras a se destacarem foram <strong>Maria Cristina Rosito</strong> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=aVNjL-qG1N8">Suzane Carvalho (quem não se lembra?)</a>, que correu na Fórmula 3 sul-americana. A nossa piloto mais conhecida é a “truckeira” <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9bora_Rodrigues">Débora Rodrigues</a>, que já foi motorista de ônibus e caminhão, foi descoberta pela Playboy quando era militante do MST e foi parar na televisão, e vem mostrando bom desempenho na Fórmula Truck nos últimos anos. Categoria que hoje conta também com Kelly Dávina. Ana Lima foi campeã brasileira de motovelocidade em 2005, na categoria 125cc, e em 2008, após um grave acidente, trocou as duas rodas pelos carros da Stock Jr. Temos também <strong>Fernanda Parra</strong> na Stock Car e <strong>Letícia Zanetti</strong> em Turismo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1183" title="BiaFigueiredoIndyLight1" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/12/BiaFigueiredoIndyLight1.jpg" alt="BiaFigueiredoIndyLight1" width="512" height="342" /></p>
<p><em>Bia Figueiredo, em sua primeira vitória na Indy Lights</em></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bia_Figueiredo">Bia Figueiredo</a>, que começou no kart, foi a única mulher a vencer na Fórmula Renault e na Indy Lights, categoria que disputa atualmente. Ainda assim, tem que aguentar preconceitos por participar de uma <a href="http://www.gptotal.com.br/2005/Colunas/Alessandra/20050420.asp">competição “para homens”</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EZrcQVqO_ws&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/EZrcQVqO_ws&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Mas, por outro lado, <a href="http://www.webmotors.com.br/wmpublicador/Colunistas_Conteudo.vxlpub?hnid=43520">Bia já é chamada de ‘pilota’</a>, devido ao seu destaque e ao de outras mulheres nas pistas. Aguarde, que uma nova regra ortográfica está por vir, graças a grandes mulheres que levam na esportiva.</p>
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		<title>A paixão e os perigos do Rali Paris Dacar</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 18:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Ricardo Cobra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[áfrica]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/01/caminhao-dakar09.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1283" title="caminhao-dakar09" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/01/caminhao-dakar09.jpg" alt="caminhao-dakar09" /><br />
</a>Foto:  <a href="http://www.flickr.com/photos/sergiodjt/3221802906/in/set-72157612894710997/" target="_blank">SergioDJT<br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;">Um imprevisto ocorrido com o piloto Thierry Sabine durante a disputa de uma prova entre Abidjan e Nice deu início a mais [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/01/caminhao-dakar09.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1283" title="caminhao-dakar09" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2010/01/caminhao-dakar09.jpg" alt="caminhao-dakar09" /><br />
</a>Foto:  <a href="http://www.flickr.com/photos/sergiodjt/3221802906/in/set-72157612894710997/" target="_blank">SergioDJT<br />
</a></p>
<p style="text-align: justify;">Um imprevisto ocorrido com o piloto Thierry Sabine durante a disputa de uma prova entre Abidjan e Nice deu início a mais tradicional e perigosa prova de Rali do mundo. O Paris-Dacar surgiu na cabeça do piloto francês quando esse se perdeu no deserto do Saara em 1977 e viu ali uma possibilidade da realização de uma prova regular. O que certamente Sabine não esperava era criar a mais perigosa e desejada competição off-road do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em dezembro de 1978, Paris assistia a largada da primeira edição do Paris-Dacar. A rota previu passagem pelo Mediterrâneo e o temido deserto do Saara. Dos 170 veículos que iniciaram a disputa, apenas 69 chegaram ao destino final e o piloto francês Patrick Dodin foi <a href="http://bloglaguna.blogspot.com/2009/01/relao-das-52-mortes-no-rali-dakar.html" target="_blank">a primeira vítima fatal das 52 </a> em toda a história da disputa. Esses eram os elementos necessários, para criar uma competição lendária.</p>
<p style="text-align: justify;">Contando com 16 etapas, desde Paris – França, cruzando o Mediterrâneo, Argélia, Níger, Mali e o Senegal até chegar a Dacar essa primeira edição foi disputada do dia 26 de dezembro de 1978 até o dia 14 de janeiro de 1979, conforme mapa abaixo.</p>
<p><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;t=h&amp;msa=0&amp;msid=112050126899059099964.00047c5d60b0ffcc418f6&amp;ll=31.653381,-1.054687&amp;spn=51.216738,74.707031&amp;z=3&amp;output=embed"></iframe><br /><small>Visualizar <a href="http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;t=h&amp;msa=0&amp;msid=112050126899059099964.00047c5d60b0ffcc418f6&amp;ll=31.653381,-1.054687&amp;spn=51.216738,74.707031&amp;z=3&amp;source=embed" style="color:#0000FF;text-align:left">Paris Dacar 1979</a> em um mapa maior</small> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #999999;"><em>O mapa foi criado por Ricardo Cobra, utilizando ferramenta colaborativa do Google Maps.  Pode receber colaboração de qualquer internauta através <a href="http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;msa=0&amp;msid=112050126899059099964.00047c5d60b0ffcc418f6&amp;t=h&amp;z=3&amp;layer=t" target="_blank">deste link</a>.</em></span></p>
<p style="text-align: justify;">Durante 20 anos, o percurso foi modificado a cada edição, porém sempre mantendo a tradição de partir de Paris e terminar em Dacar (no Senegal). Nesse período a única exceção foi no ano de 1994 quando o rali contou com um caminho de ida e volta à Paris.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o ano de 1999, o rali contou com diversas sedes distintas, passando por Granada, saiu de Dakar (com destino ao Cairo) até que em 2001 teve sua última edição com o formato Paris-Dakar. Ainda foi disputado entre Lisboa e Dacar, Barcelona e Dacar, Marselha e Dacar até que em 2008, infelizmente as pressões políticas do terrorismo levaram os organizadores à suspensão da competição que seria a 30ª edição. Em 2009, a 30ª edição do agora chamado Rali Dacar ocorreu em um percurso de ida e volta da Cidade De Buenos Aires chegando à cidade de Valparaíso (Chile) e retorno à capital da Argentina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O estigma do “Rali da Morte”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não é a toa que o Rali Dacar (outrora Paris-Dacar) é chamado de “o rali da morte”. Em suas 32 edições, o rali contou com 52 mortes. Entre as vítimas pilotos, mecânicos, espectadores, equipes de transmissão e transeuntes. Sim, muitas das vítimas são africanos que cruzam o caminho do rali, durante suas atividades diárias e foram atropelados por carros, motos ou caminhões. Além dos acidentes e capotamentos, o rali também fez vitimas com paradas cardíacas, explosões de caminhões tanque, bala perdida e a queda de um helicóptero que vitimou Thierry Sabine e mais quatro acompanhantes no ano de 1986.</p>
<p style="text-align: justify;">Já se discutiu muito sobre a segurança ou a falta dela durante a disputa do rali, mas isso não impede a ânsia de aventureiros em participar dessa competição.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os milhares de pilotos que já disputaram a competição, temos de ressaltar a participação de dois brasileiros. André Azevedo e Klever Kolberg iniciaram em 1988 a história brasileira nesse rali. Competindo sem apoio, na categoria motos, os dois jovens brasileiros conseguiram terminar o rali, apenas na 4ª participação em 1992. No ano seguinte, Klever conseguiu o maior feito de um brasileiro no rali, chegando em 5º colocado na classificação geral de motos e sendo o campeão na categoria Maratona (veículos sem alterações nas características originais de fábrica).</p>
<p style="text-align: justify;">O Rali Dacar iniciado dia 1º de janeiro de 2010, parte de Buenos Aires e segue o seguinte itinerário, até o retorno à capital portenha no dia 16 de janeiro de 2010.</p>
<p style="text-align: justify;">Buenos Aires (Arg)<br />
Colón (Arg)<br />
Córdoba (Arg)<br />
La Rioja (Arg)<br />
Fiambala (Arg)<br />
Copiapó (Chi)<br />
Antogasta (Chi)<br />
Iquique (Chi)<br />
Antofagasta (Chi)<br />
Copiapó (Chi)<br />
La Serena (Chi)<br />
Santiago (Chi)<br />
San Juan (Arg)<br />
San Rafael (Arg)<br />
Santa Rosa (Arg)<br />
Buenos Aires (Arg)</p>
<p style="text-align: justify;">A organização do evento espera que em 2011 o rali volte para o seu continente de origem e trabalham intensamente para atingir esse objetivo, pois o grande diferencial desse rali foi o Deserto do Saara e mesmo passando pelo Atacama, o Dacar nunca terá o mesmo charme e estigma que sempre teve por causa do Saara.</p>
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		<title>Paixão por Velocidade: Babi Franzin e Anderson Costa</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 23:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana Garcia Sales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-874" title="babi-anderson" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/11/babi-anderson.jpg" alt="babi-anderson" /></p>
<p><em>Babi Franzin e Anderson Costa no cockpit do Velocidade.org</em></p>
<p style="text-align: justify;">Você gosta de Fórmula 1 ou de outras categorias do automobilismo? Então, certamente você já leu (ou ouviu) [...]</p>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-874" title="babi-anderson" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/11/babi-anderson.jpg" alt="babi-anderson" /></p>
<p><em>Babi Franzin e Anderson Costa no cockpit do Velocidade.org</em></p>
<p style="text-align: justify;">Você gosta de Fórmula 1 ou de outras categorias do automobilismo? Então, certamente você já leu (ou ouviu) o blog <a href="http://www.velocidade.org/">Velocidade.org</a>. O Leva na Esportiva, com muita honra, entrevista os parceiros de blog e namorados Babi Franzin e Anderson Costa.</p>
<p style="text-align: justify;">Anderson logo me confessa: &#8220;não escrevo tanto no Velocidade (ele escreve em outros blogs como seu pessoal <a href="http://www.andersoncosta.org/blog/">Entendendo o Mundo</a> e o corporativo <a href="http://www.claroblog.com.br/">Claro Blog</a>, e podcasteia no <a href="http://www.somnoblog.com/">Som no Blog</a>) porque preciso me sentir seguro sobre o assunto&#8221;. Anderson é fã de automobilismo, mas a especialista no assunto é Babi. &#8220;Dei pouca bola ao automobilismo até conhecer Babi&#8221;, diz Anderson. &#8220;Ele está recebendo teinamento intensivo&#8221;, Babi diz. &#8220;Hoje em dia ele até discute, sabe os nomes das equipes e dos pilotos, um orgulho só&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma confluência de interesses fantástica que originou o premiado Velocidade.org: Babi entrou com a paixão pelas corridas e Anderson com seu conhecimento em fazer blogs e podcasts. &#8220;Eu ficava falando de corrida pra cima e pra baixo até que ele falou para eu escrever sobre isso&#8221;, declara Babi. &#8220;Ele só não imaginava que iria pular nesse barco também&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.velocidade.org/2009/11/04/cafe-com-velocidade-94-aniversario-de-2-anos/">podcast começou há dois anos</a>. &#8220;Foi um convite que partiu totalmente do Thiago, do <a href="http://www.cafecomf1.com/">cafecomf1.com</a>, porque eu acho minha voz horrorosa e morria de vergonha&#8221;, confessa Babi. Quem ouve sabe que não é bem assim, não é? <img src='http://www.levanaesportiva.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  Assim nasceu o <a href="http://www.velocidade.org/cafecomvelocidade/">Café com Velocidade</a>, que você pode ouvir toda semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de declararem diferenças no gosto pelas corridas, espontaneamente o casal discute sobre regras, sobre pilotos, acerto de carros, fatos históricos. E com desenvoltura impressionante.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Muita gente questiona que automobilismo não é um esporte&#8221; diz Babi. &#8220;Mas, se não há um preparo de atleta, ninguém consegue segurar um carro numa reta, quanto mais numa curva&#8221;. Anderson diz que automobilismo é um esporte &#8220;por causa do preparo físico que os pilotos fazem e também porque são competitivos, não por causa do carro somente, mas por causa do expertise de cada um&#8221;. &#8220;Essa temporada da F-1 é uma prova disso. Mesmo com o <a href="http://carros.hsw.uol.com.br/kers.htm">KERS</a> [Kinetic Energy Recovering System - sistema de recuperação de energia cinética], quem faz a diferença ainda é o piloto&#8221;, acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os pilotos vão para a academia, treinam, como qualquer outro tipo de atleta. E quando eles pilotam chegam a perder peso também, com o super esforço que fazem&#8221; afirma Babi. &#8220;É pior ainda na F-Indy&#8221;, diz Anderson, que tem corridas em circuitos ovais. &#8220;O pescoço tem que ter um forte treinamento&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Babi não começou a gostar de automobilismo por causa de Ayrton Senna, como uma grande geração (da qual faço parte). &#8220;Acho o Senna um gênio, mas como não o vi correr muito, preferi escolher outro piloto para torcer.&#8221; Esse piloto é o finlandês Mika Hakkinen, que venceu os campeonatos de 1998 e 1999, contra o favorito Michael Schumacher. &#8220;Depois, o vício só piorou&#8221;, declara. &#8220;Schumacher é outro gênio, apesar das corridas [com ele] terem ficado bem chatas!&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Para Anderson, hoje não é um ídolo que faz diferença no esporte: &#8220;Não há nenhum ainda que tenha causado [no Brasil] o que o Senna causou. [No blog] não temos tanto problema com trolls. Torcedor de corrida hoje torce pelo esporte, não pelo ídolo. E eles são low profile. É um de vez em quando&#8221;.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-877" title="dsc00534" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/11/dsc00534.jpg" alt="dsc00534" /></p>
<p><em>Babi e Anderson, com o Best Blogs Brasil nas mãos</em></p>
<p style="text-align: justify;">E o que o casal já conseguiu com o blog? &#8220;O Velô foi eleito pelo júri o melhor no Best Blogs Brazil, na categoria esportes. E o podcast foi o 3º no Prêmio Podcast. Tirando os prêmios, conhecemos muita gente legal e que faz o trabalho valer muuuito todos os dias&#8221;, afirma Babi. E Anderson acrescenta: &#8220;o mais legal que conseguimos: a boca aberta das pessoas. &#8216;Uma mulher falando de corrida?&#8217;, toda hora tem um comentário assim&#8221;. Babi diz: &#8220;o mais legal é que conheci várias meninas que gostam de corrida também! Tínhamos nosso grupinho no autódromo&#8221;. Uma bela ultrapassagem no preconceito. &#8220;Tem o clubinho das meninas que participam dos chats que fazemos nas corridas de F-1, os meninos ficam bem chateados quando não estamos&#8221;, afirma Babi. Segundo Anderson, &#8220;é verdade. O último chat bateu recorde, mas não teve nenhuma das meninas pq todas estavam no autódromo&#8230;&#8221; disse, aos <span id="pbdiv1" style="border: 0px solid black; width: 3px; height: 10px;"> </span>risos. E além disso a internet, com seus blogs e chats, é que acaba unindo esses apaixonados. Segundo Babi, nenhuma de suas amigas &#8216;offline&#8217; é fã de corridas e foi a rede mundial que possibilitou esses encontros.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o casal só fala de F-1? &#8220;Com o Velocidade conheci muitas outras categorias e me apaixonei por elas. Fico dividida entre Indy, MotoGP, Truck e Porsche, que tem pegas sensacionais&#8221;, diz Babi. &#8220;Só durmo na Nascar, as corridas são muito longas&#8221;, confessa rindo. &#8220;Gosto da F-Indy&#8221;, diz Anderson, &#8220;e fico espantado com a torcida da Fórmula Truck. É um mundo à parte no Brasil. Uma realidade alternativa. A Truck se mantém sozinha com uma grande estrutura e torcida&#8221;, afirma. &#8220;Não existe quase corrida de caminhão no mundo&#8221;, adiciona Babi, &#8220;só a Truck Series nos EUA, onde o Nelsinho [Piquet] fez teste recentemente, e na Europa. devemos muito ao <a href="http://www2.uol.com.br/teojose/noticias/ult794u50947.shl">Sr. Aurélio Batista Felix, que faleceu recentemente</a>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">E quanto a outros esportes? &#8220;Ah, ja pratiquei basquete. Hoje é só levantamento de copo&#8221;, brinca Anderson. &#8220;Serve Wii?&#8221;, pergunta Babi sobre o videogame que faz com que o jogador use o corpo todo para conseguir as reações na tela. &#8220;Jogo Wii Sports e Wii Fit. E quase sempre acabo me machucando. Tem um exercício para subir braços e pernas. Consegui ter cãimbra em tudo&#8221;, ela completa.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Já fui muito de assistir futebol, mas hoje dei uma desencanada&#8221;, confessa Babi. Apesar de ser paulista, adotou o Grêmio de Porto Alegre. &#8220;Não tenho nada de gaúcha, mas gostei muito do time e passei a torcer. Antes eu ia aos jogos, sabia de cor o nome de todos os jogadores, era bem fanática&#8221;. Hoje ela acompanha vôlei e ginástica artística. &#8220;Adoro os campeonatos mundiais&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Já Anderson acompanha futebol e basquete. &#8220;Mas faz um bom tempo que não assisto um jogo ao vivo&#8221;. Segundo ele, o basquete brasileiro tem sua torcida cativa, mas não tem apoio forte de patrocinadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem quer blogar sobre automobilismo, o casal recomenda que se comece agora. &#8220;Vamos povoar a <a href="http://www.autosfera.com.br/">Autosfera</a>. Ainda tem poucos blogueiros sobre isso no Brasil, principalmente para outras categorias&#8221;, afirma Anderson. &#8220;Você tem de ter muita dedicação pra não deixar a peteca cair, mas é uma delícia&#8221;, declara Babi. Para não deixar a peteca cair, eles consideram bom ter um blog em dupla ou em casal, como eles mesmos, para que um dê força ao outro para continuar.</p>
<p style="text-align: justify;">E sempre levando a vida e a profissão na esportiva. &#8220;Pegar leve, não ficar estressado, postar com amor e não como obrigação&#8221;, aconselha Babi. E Anderson completa: &#8220;É torcer e não atrapalhar a torcida do outro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, esse casal de blogueiros segue mostrando, com descobertas e espírito esportivo, uma das grandes paixões brasileiras: o mundo do automobilismo.</p>
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		<title>Domingo é dia de F1 &#8211; as vitórias brasileiras</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 23:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Ricardo Cobra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nelson Piquet]]></category>

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		<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/10/senna.jpg"><img class="size-full wp-image-772 alignnone" title="senna" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/10/senna.jpg" alt="senna" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/algreen/2492908244/">Al_Green</a></p>
<p style="text-align: justify;">No domingo dia 18 de outubro, o Brasil pode ser mais uma vez o <a href="http://www.gpbrasil.com.br/sitegp/index.asp">palco da [...]</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/10/senna.jpg"><img class="size-full wp-image-772 alignnone" title="senna" src="http://www.levanaesportiva.com.br/wp-content/uploads/2009/10/senna.jpg" alt="senna" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">crédito da foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/algreen/2492908244/">Al_Green</a></p>
<p style="text-align: justify;">No domingo dia 18 de outubro, o Brasil pode ser mais uma vez o <a href="http://www.gpbrasil.com.br/sitegp/index.asp">palco da decisão do campeonato</a> de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3rmula_1">Fórmula 1</a>. Mais uma vez, depois de muito tempo, temos um piloto brasileiro na disputa pelo título. <a href="http://barrichello.com.br/pt/">Rubens Barrichello</a> chega a sua 17ª disputa no Brasil e podemos afirmar que, pela primeira vez com reais chances de vitória e consequentemente manterem-se na disputa para a próxima etapa. Caso essa vitória se confirme, Barrichello passará a fazer parte do seleto grupo de brasileiros que venceram corridas em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Interlagos, Jacarepaguá e Brasília (pouca gente sabe, mas em 1974 houve uma corrida extra-campeonato para inauguração desse circuito), são as cidades que assistiram vitórias de filhos de nossa pátria, algumas memoráveis como veremos a seguir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Carlos_Pace">Jose  Carlos Pace</a> – Interlagos &#8211; 1975</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O “Moco”, piloto promissor em uma época em que o automobilismo era romântico e era possível que se disputasse mais do que uma competição por ano. Pela Brabham, o piloto que hoje empresta seu nome ao autódromo da capital paulistana, venceu a prova em dobradinha com Émerson Fittipaldi.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de ser sua única vitória na Fórmula 1, ela marcou o auge da carreira de Pace, que seria vitima de um acidente aéreo 2 anos depois, deixando seu nome como legado para nosso automobilismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Emerson_Fittipaldi">Emerson Fittipaldi </a>- Interlagos &#8211; 1973, 1974 e Brasília &#8211; 1974</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na mesma década da vitória de Moco, o Brasil contava com outro monstro nas pistas, O Rato, apelido deste jovem criado no bairro paulistano do Pacaembu que tinha a velocidade no sangue da família. Filho do “Barão” Wilson Fittipaldi, locutor e radialista da então rádio Panamericana, começou as disputas em Interlagos desde cedo. Foi para a Europa e tornou-se campeão mundial em 1973 com 5 vitórias. Essa sua campanha, possibilitou a inclusão do Brasil no calendário definitivo da categoria em 1974. Até então, era uma prova rotativa. O Rato venceu as provas de 1973 e 1974, no antigo traçado de Interlagos com mais de 7 km de extensão, mostrando que era praticamente imbatível em circuitos de alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1974 ainda, houve uma prova extra no campeonato, por ocasião da inauguração do autódromo de Brasília. Podemos considerar que foi um “amistoso” e essa também foi vencida pelo nosso Bi Campeão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%A9lson_Piquet">Nélson Piquet</a> – Jacarepaguá &#8211; 1983 e 1986</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esse carioca radicado em Brasília desde sua infância é considerado por muitos como o melhor acertador de carros que a Fórmula 1 já conheceu. A primeira vitória no Brasil veio após um ano traumático para ele e a equipe Brabham. Era a entrada da Era Turbo na F1 e o ano de 1982 foi um fracasso total (exceto pela vitória obtida no GP Brasil de 1982, com posterior desclassificação por problemas com o peso do carro) e serviu para a realização de acertos no carro, a primeira vitória em casa e o título de 1983, o bi-campeonato.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em 1986, Piquet transferia-se para a Williams, após 2 anos de marasmo na Brabham com o objetivo de preparar o conjunto Williams-Honda. Já na estréia, a vitória em casa, na única dobradinha Piquet-Senna realizada no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.felipemassa.com/">Felipe Massa</a> – Interlagos &#8211; 2006 e 2008</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vitória em 2006 foi histórica. Era a despedida de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michael_Schumacher">Schumacher</a> da categoria, era a quebra de um jejum de 13 anos de vitórias em casa, era a 90ª. Vitória brasileira na F1. Era a primeira vez que a disputa brasileira acontecia no final da temporada. Ao invés do macacão vermelho, Massa usava um macacão alusivo à bandeira do país, verde e amarelo e sua pilotagem foi impecável. Era só festa.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no ano passado, a vitória foi mais tensa. Ela era necessária para a conquista do título. Após uma aproximação sensacional nas últimas provas, Massa precisava vencer e Lewis Hamilton não poderia chegar além da quinta colocação. A prova, como sempre em São Paulo, contou com chuva, sol, vento e na última curva, Hamilton ultrapassou Sebastian Vettel, fazendo com que o título não viesse para o Brasil. Sem dúvidas, o final de corrida mais emocionante dos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ayrton_Senna">Ayrton Senna</a> – Interlagos &#8211; 1991 e 1993</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não tinha como deixar essas duas corridas “perdidas” no meio do texto, não tinha também como escrever esse texto sem um relato pessoal. A magia da condução de Senna sempre impressionou, mas o azar que ele tinha no Brasil, precisava acabar. Eu me lembro como se fosse hoje aquela tarde de março. Almoço de família em casa, para assistirmos a corrida. Pole Position era dele, porém o carro já não era mais a McLaren de 1988, mas ele era o atual campeão. A prova começa e seus problemas também, porém ele está na ponta. Eis que o rival Riccardo Patrese se aproxima e no braço, com 5 marchas do carro quebradas, segurando o cambio literalmente na mão, Senna mostra a garra que todo atleta deveria ter e vence a prova, a tão esperada vitória no Brasil. O som do rádio liberado pela TV não deixava mentir, ele estava feliz. E fora campeão novamente naquele ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em 1993,  a vitória foi mais tranqüila, porém não menos festejada, quando seu carro parou na reta oposta de Interlagos, e o público da Arquibancada G invadiu a pista, como costuma fazer a torcida ferrarista em Monza, mas aqui a comemoração era com Senna.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse ano, nós estamos na torcida por Barrichello, queremos atualizar a lista de vitórias e quem sabe, de títulos de brasileiros.</p>
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