automobilismo
IndyCar Series chega à São Paulo
Imagem – Divulgação
Nos dias 13 e 14 de março, a cidade de São Paulo receberá a primeira etapa da temporada 2010 da IndyCar Series. É a primeira vez que a cidade recebe uma prova da categoria e também a primeira vez que uma competição internacional de automobilismo será disputada em um circuito de rua.
A São Paulo Indy 300 será disputada, se tudo correr como o esperado até o ano de 2014 e segundo informações iniciais da prefeitura da cidade, em locais diferentes, sempre em circuitos de rua.
A corrida de 2010 será disputado em um circuito a ser montado na zona norte da cidade, e utilizará o Sambódromo, o estacionamento o Pavilhão de Exposições do Anhembi e a Marginal Tietê como partes do circuito, conforme mostra a imagem oficial da organização do evento.
O Circuito foi concebido por Tony Cotman, atualmente um dos mais renomados designers de autódromos. Coube à Tony a escolha do local, entre sete opções fornecidas pela prefeitura de São Paulo e o Complexo Anhembi foi fator decisivo para a escolha, uma vez que a o tempo de preparação é extremamente curto. O traçado é extremamente veloz e garantirá a emoção das ultrapassagens no final das duas retas. Além disso, o circuito terá 11 curvas de alta e de baixa velocidade, garantindo assim as dificuldades para os pilotos controlarem seus carros.
Falando em pilotos, eles serão um show a parte. Danica Patrick, Dario Franchitti, Paul Tracy e o brasileiros Hélio Castro Neves, Tony Kanaan, Mario Morais, Raphael Matos e Vitor Meira são grandes nomes do automobilismo internacional e farão de tudo para vencer a primeira prova disputada em circuito de rua na América Latina.
O Brasil já sediou anteriormente uma prova da Cart (entidade que regia a Fórmula Indy), porém no autódromo de Jacarepaguá, no Circuito Oval Emerson Fittipaldi em 1996. Essa prova aconteceu também no mês de março e foi vencida pelo Brasileiro André Ribeiro. A prova foi disputada no Brasil até o ano 2000.
Entre as curiosidades que envolvem a prova de IndyCar Series em São Paulo, estão as 300 toneladas de material que viajarão de Indianápolis para o aeroporto de Viracopos em dois Boeings 747-400. O volume transportado é tão grande, que impossibilitam a armazenagem no próprio aeroporto. Um comboio de 35 caminhões será responsável pelo transporte desse equipamento para o Sambódromo.
A grande preocupação que ronda a prova são as chuvas que assolam a cidade de São Paulo durante o verão. Como diz a letra de Tom Jobim, as Águas de Março, que fecham o verão costumam deixar a região onde ocorrerá a prova intransitável. Esse pode ser mais um fator de emoção para a prova.
Os ingressos já estão a venda no site oficial da organização do evento e na Bilheteria Oficial da prova, localizada no Morumbi Shopping, de segunda-feira à sábado, das 12h às 20h, domingos e feriados das 14h às 20h, custando de R$ 100,00 a R$ 500,00. Os ingressos são válidos para os dois dias de evento.
Dê uma volta virtual no traçado da corrida no vídeo desenvolvido pela organização da prova.
Publicado em 12 fevereiro , 2010 por Luiz Ricardo Cobra
Piloto(a)

A pioneira Hellé Nice
Hellé Nice, francesa nascida em 1900, foi desbravar Paris aos 16 anos e se tornou dançarina. Ficou famosa e rica dançando em cabarés de toda a Europa, a ponto de ter seu próprio iate.
Paris nos anos 20 era a mais efervescente capital do mundo, influenciava em tudo, em arte, moda, comportamento, política. A indústria automobilística também estava lá, com competições para demonstrar seus avanços tecnológicos. Hellé Nice, agitada, atlética e com amigos industriais, gostou da ideia de pilotar automóveis. Ela gostava de esquiar na neve também. Esquiando, caiu e fraturou o joelho, encerrando, assim, sua carreira de dançarina e iniciando, em 1929, a de piloto automobilístico.
À época, venceu uma competição para mulheres e foi chamada para exibições nos EUA. De volta à França, Nice passou a pilotar contra homens nos Grandes Prêmios em seu Bugatti azul brilhante. E explorava sua feminilidade, posando como bela e frágil flor contra os brutamontes ases. E sua fama correu o mundo.
Em 1936, Hellé Nice esteve no Brasil para correr o Grande Prêmio de São Paulo. Estava em segundo lugar, atrás do campeão brasileiro Manuel de Teffé, quando (não se sabe bem se foi por causa de um soldado atravessando a pista ou de um objeto jogado) perdeu o controle do seu bólido a 160 km/h. O carro voou sobre a plateia, matou quatro e deixou dezenas de feridos. Hellé Nice caiu sobre um soldado, que morreu com o impacto. Ela mesma foi considerada morta, mas acordou depois de três dias em coma, o que causou grande comoção na imprensa brasileira. Talvez por esse fato marcante, haja tantas mulheres com o nome de Helenice no Brasil.
Certamente, Hellé Nice não inspirou apenas nomes de bebês, mas outras mulheres que gostam de carros e da competição. Aposto que a primeira que vem à mente é a corredora da Fórmula Indy Danica Patrick, que conta com ampla divulgação na mídia esportiva, pelo seu grande desempenho nas pistas e como modelo fotográfico. Mas temos muitas outras pilotos a citar. Como Maria Thereza de Filippis, Lella Lombardi, Divina Galica, Desiré Wilson, a esquentada Giovanna Amati, Sarah Fisher, Katherine Legge, entre outras.

Débora Rodrigues
No Brasil, as primeiras a se destacarem foram Maria Cristina Rosito e Suzane Carvalho (quem não se lembra?), que correu na Fórmula 3 sul-americana. A nossa piloto mais conhecida é a “truckeira” Débora Rodrigues, que já foi motorista de ônibus e caminhão, foi descoberta pela Playboy quando era militante do MST e foi parar na televisão, e vem mostrando bom desempenho na Fórmula Truck nos últimos anos. Categoria que hoje conta também com Kelly Dávina. Ana Lima foi campeã brasileira de motovelocidade em 2005, na categoria 125cc, e em 2008, após um grave acidente, trocou as duas rodas pelos carros da Stock Jr. Temos também Fernanda Parra na Stock Car e Letícia Zanetti em Turismo.

Bia Figueiredo, em sua primeira vitória na Indy Lights
Bia Figueiredo, que começou no kart, foi a única mulher a vencer na Fórmula Renault e na Indy Lights, categoria que disputa atualmente. Ainda assim, tem que aguentar preconceitos por participar de uma competição “para homens”.
Mas, por outro lado, Bia já é chamada de ‘pilota’, devido ao seu destaque e ao de outras mulheres nas pistas. Aguarde, que uma nova regra ortográfica está por vir, graças a grandes mulheres que levam na esportiva.
Publicado em 8 janeiro , 2010 por Juliana Garcia Sales
A paixão e os perigos do Rali Paris Dacar

Foto: SergioDJT
Um imprevisto ocorrido com o piloto Thierry Sabine durante a disputa de uma prova entre Abidjan e Nice deu início a mais tradicional e perigosa prova de Rali do mundo. O Paris-Dacar surgiu na cabeça do piloto francês quando esse se perdeu no deserto do Saara em 1977 e viu ali uma possibilidade da realização de uma prova regular. O que certamente Sabine não esperava era criar a mais perigosa e desejada competição off-road do mundo.
Em dezembro de 1978, Paris assistia a largada da primeira edição do Paris-Dacar. A rota previu passagem pelo Mediterrâneo e o temido deserto do Saara. Dos 170 veículos que iniciaram a disputa, apenas 69 chegaram ao destino final e o piloto francês Patrick Dodin foi a primeira vítima fatal das 52 em toda a história da disputa. Esses eram os elementos necessários, para criar uma competição lendária.
Contando com 16 etapas, desde Paris – França, cruzando o Mediterrâneo, Argélia, Níger, Mali e o Senegal até chegar a Dacar essa primeira edição foi disputada do dia 26 de dezembro de 1978 até o dia 14 de janeiro de 1979, conforme mapa abaixo.
Visualizar Paris Dacar 1979 em um mapa maior
O mapa foi criado por Ricardo Cobra, utilizando ferramenta colaborativa do Google Maps. Pode receber colaboração de qualquer internauta através deste link.
Durante 20 anos, o percurso foi modificado a cada edição, porém sempre mantendo a tradição de partir de Paris e terminar em Dacar (no Senegal). Nesse período a única exceção foi no ano de 1994 quando o rali contou com um caminho de ida e volta à Paris.
Após o ano de 1999, o rali contou com diversas sedes distintas, passando por Granada, saiu de Dakar (com destino ao Cairo) até que em 2001 teve sua última edição com o formato Paris-Dakar. Ainda foi disputado entre Lisboa e Dacar, Barcelona e Dacar, Marselha e Dacar até que em 2008, infelizmente as pressões políticas do terrorismo levaram os organizadores à suspensão da competição que seria a 30ª edição. Em 2009, a 30ª edição do agora chamado Rali Dacar ocorreu em um percurso de ida e volta da Cidade De Buenos Aires chegando à cidade de Valparaíso (Chile) e retorno à capital da Argentina.
O estigma do “Rali da Morte”
Não é a toa que o Rali Dacar (outrora Paris-Dacar) é chamado de “o rali da morte”. Em suas 32 edições, o rali contou com 52 mortes. Entre as vítimas pilotos, mecânicos, espectadores, equipes de transmissão e transeuntes. Sim, muitas das vítimas são africanos que cruzam o caminho do rali, durante suas atividades diárias e foram atropelados por carros, motos ou caminhões. Além dos acidentes e capotamentos, o rali também fez vitimas com paradas cardíacas, explosões de caminhões tanque, bala perdida e a queda de um helicóptero que vitimou Thierry Sabine e mais quatro acompanhantes no ano de 1986.
Já se discutiu muito sobre a segurança ou a falta dela durante a disputa do rali, mas isso não impede a ânsia de aventureiros em participar dessa competição.
Entre os milhares de pilotos que já disputaram a competição, temos de ressaltar a participação de dois brasileiros. André Azevedo e Klever Kolberg iniciaram em 1988 a história brasileira nesse rali. Competindo sem apoio, na categoria motos, os dois jovens brasileiros conseguiram terminar o rali, apenas na 4ª participação em 1992. No ano seguinte, Klever conseguiu o maior feito de um brasileiro no rali, chegando em 5º colocado na classificação geral de motos e sendo o campeão na categoria Maratona (veículos sem alterações nas características originais de fábrica).
O Rali Dacar iniciado dia 1º de janeiro de 2010, parte de Buenos Aires e segue o seguinte itinerário, até o retorno à capital portenha no dia 16 de janeiro de 2010.
Buenos Aires (Arg)
Colón (Arg)
Córdoba (Arg)
La Rioja (Arg)
Fiambala (Arg)
Copiapó (Chi)
Antogasta (Chi)
Iquique (Chi)
Antofagasta (Chi)
Copiapó (Chi)
La Serena (Chi)
Santiago (Chi)
San Juan (Arg)
San Rafael (Arg)
Santa Rosa (Arg)
Buenos Aires (Arg)
A organização do evento espera que em 2011 o rali volte para o seu continente de origem e trabalham intensamente para atingir esse objetivo, pois o grande diferencial desse rali foi o Deserto do Saara e mesmo passando pelo Atacama, o Dacar nunca terá o mesmo charme e estigma que sempre teve por causa do Saara.
Publicado em 5 janeiro , 2010 por Luiz Ricardo Cobra
Paixão por Velocidade: Babi Franzin e Anderson Costa

Babi Franzin e Anderson Costa no cockpit do Velocidade.org
Você gosta de Fórmula 1 ou de outras categorias do automobilismo? Então, certamente você já leu (ou ouviu) o blog Velocidade.org. O Leva na Esportiva, com muita honra, entrevista os parceiros de blog e namorados Babi Franzin e Anderson Costa.
Anderson logo me confessa: “não escrevo tanto no Velocidade (ele escreve em outros blogs como seu pessoal Entendendo o Mundo e o corporativo Claro Blog, e podcasteia no Som no Blog) porque preciso me sentir seguro sobre o assunto”. Anderson é fã de automobilismo, mas a especialista no assunto é Babi. “Dei pouca bola ao automobilismo até conhecer Babi”, diz Anderson. “Ele está recebendo teinamento intensivo”, Babi diz. “Hoje em dia ele até discute, sabe os nomes das equipes e dos pilotos, um orgulho só”.
Essa é uma confluência de interesses fantástica que originou o premiado Velocidade.org: Babi entrou com a paixão pelas corridas e Anderson com seu conhecimento em fazer blogs e podcasts. “Eu ficava falando de corrida pra cima e pra baixo até que ele falou para eu escrever sobre isso”, declara Babi. “Ele só não imaginava que iria pular nesse barco também”.
O podcast começou há dois anos. “Foi um convite que partiu totalmente do Thiago, do cafecomf1.com, porque eu acho minha voz horrorosa e morria de vergonha”, confessa Babi. Quem ouve sabe que não é bem assim, não é?
Assim nasceu o Café com Velocidade, que você pode ouvir toda semana.
Apesar de declararem diferenças no gosto pelas corridas, espontaneamente o casal discute sobre regras, sobre pilotos, acerto de carros, fatos históricos. E com desenvoltura impressionante.
“Muita gente questiona que automobilismo não é um esporte” diz Babi. “Mas, se não há um preparo de atleta, ninguém consegue segurar um carro numa reta, quanto mais numa curva”. Anderson diz que automobilismo é um esporte “por causa do preparo físico que os pilotos fazem e também porque são competitivos, não por causa do carro somente, mas por causa do expertise de cada um”. “Essa temporada da F-1 é uma prova disso. Mesmo com o KERS [Kinetic Energy Recovering System - sistema de recuperação de energia cinética], quem faz a diferença ainda é o piloto”, acrescenta.
“Os pilotos vão para a academia, treinam, como qualquer outro tipo de atleta. E quando eles pilotam chegam a perder peso também, com o super esforço que fazem” afirma Babi. “É pior ainda na F-Indy”, diz Anderson, que tem corridas em circuitos ovais. “O pescoço tem que ter um forte treinamento”.
Babi não começou a gostar de automobilismo por causa de Ayrton Senna, como uma grande geração (da qual faço parte). “Acho o Senna um gênio, mas como não o vi correr muito, preferi escolher outro piloto para torcer.” Esse piloto é o finlandês Mika Hakkinen, que venceu os campeonatos de 1998 e 1999, contra o favorito Michael Schumacher. “Depois, o vício só piorou”, declara. “Schumacher é outro gênio, apesar das corridas [com ele] terem ficado bem chatas!”
Para Anderson, hoje não é um ídolo que faz diferença no esporte: “Não há nenhum ainda que tenha causado [no Brasil] o que o Senna causou. [No blog] não temos tanto problema com trolls. Torcedor de corrida hoje torce pelo esporte, não pelo ídolo. E eles são low profile. É um de vez em quando”.

Babi e Anderson, com o Best Blogs Brasil nas mãos
E o que o casal já conseguiu com o blog? “O Velô foi eleito pelo júri o melhor no Best Blogs Brazil, na categoria esportes. E o podcast foi o 3º no Prêmio Podcast. Tirando os prêmios, conhecemos muita gente legal e que faz o trabalho valer muuuito todos os dias”, afirma Babi. E Anderson acrescenta: “o mais legal que conseguimos: a boca aberta das pessoas. ‘Uma mulher falando de corrida?’, toda hora tem um comentário assim”. Babi diz: “o mais legal é que conheci várias meninas que gostam de corrida também! Tínhamos nosso grupinho no autódromo”. Uma bela ultrapassagem no preconceito. “Tem o clubinho das meninas que participam dos chats que fazemos nas corridas de F-1, os meninos ficam bem chateados quando não estamos”, afirma Babi. Segundo Anderson, “é verdade. O último chat bateu recorde, mas não teve nenhuma das meninas pq todas estavam no autódromo…” disse, aos risos. E além disso a internet, com seus blogs e chats, é que acaba unindo esses apaixonados. Segundo Babi, nenhuma de suas amigas ‘offline’ é fã de corridas e foi a rede mundial que possibilitou esses encontros.
Mas o casal só fala de F-1? “Com o Velocidade conheci muitas outras categorias e me apaixonei por elas. Fico dividida entre Indy, MotoGP, Truck e Porsche, que tem pegas sensacionais”, diz Babi. “Só durmo na Nascar, as corridas são muito longas”, confessa rindo. “Gosto da F-Indy”, diz Anderson, “e fico espantado com a torcida da Fórmula Truck. É um mundo à parte no Brasil. Uma realidade alternativa. A Truck se mantém sozinha com uma grande estrutura e torcida”, afirma. “Não existe quase corrida de caminhão no mundo”, adiciona Babi, “só a Truck Series nos EUA, onde o Nelsinho [Piquet] fez teste recentemente, e na Europa. devemos muito ao Sr. Aurélio Batista Felix, que faleceu recentemente“.
E quanto a outros esportes? “Ah, ja pratiquei basquete. Hoje é só levantamento de copo”, brinca Anderson. “Serve Wii?”, pergunta Babi sobre o videogame que faz com que o jogador use o corpo todo para conseguir as reações na tela. “Jogo Wii Sports e Wii Fit. E quase sempre acabo me machucando. Tem um exercício para subir braços e pernas. Consegui ter cãimbra em tudo”, ela completa.
“Já fui muito de assistir futebol, mas hoje dei uma desencanada”, confessa Babi. Apesar de ser paulista, adotou o Grêmio de Porto Alegre. “Não tenho nada de gaúcha, mas gostei muito do time e passei a torcer. Antes eu ia aos jogos, sabia de cor o nome de todos os jogadores, era bem fanática”. Hoje ela acompanha vôlei e ginástica artística. “Adoro os campeonatos mundiais”.
Já Anderson acompanha futebol e basquete. “Mas faz um bom tempo que não assisto um jogo ao vivo”. Segundo ele, o basquete brasileiro tem sua torcida cativa, mas não tem apoio forte de patrocinadores.
Para quem quer blogar sobre automobilismo, o casal recomenda que se comece agora. “Vamos povoar a Autosfera. Ainda tem poucos blogueiros sobre isso no Brasil, principalmente para outras categorias”, afirma Anderson. “Você tem de ter muita dedicação pra não deixar a peteca cair, mas é uma delícia”, declara Babi. Para não deixar a peteca cair, eles consideram bom ter um blog em dupla ou em casal, como eles mesmos, para que um dê força ao outro para continuar.
E sempre levando a vida e a profissão na esportiva. “Pegar leve, não ficar estressado, postar com amor e não como obrigação”, aconselha Babi. E Anderson completa: “É torcer e não atrapalhar a torcida do outro”.
Assim, esse casal de blogueiros segue mostrando, com descobertas e espírito esportivo, uma das grandes paixões brasileiras: o mundo do automobilismo.
Publicado em 12 novembro , 2009 por Juliana Garcia Sales
- Em breve vamos fazer um concurso e o prêmio será a camisa 11 do América do RJ autografada por Bebeto e Romério, Vejam http://migre.me/mFP1
- Sua empresa incentiva a pratica do esporte? Veja casos de empresas que apóiam os funcionários a praticarem esportes http://migre.me/ndPj
- @sofiaesquenazi vc que gosta de basquete vai adorar o bate papo com a Hortência, rainha do basquete brasileiro. http://migre.me/mMyB












